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Angra 1 entra em manutenção a partir do sábado, 17, e tira 600 MW do SIN

A usina nuclear Angra 1, no Rio de Janeiro, vai entrar em manutenção a partir deste sábado, 17, retirando do Sistema Interligado Nacional (SIN) cerca de 600 megawatts (MW) de capacidade instalada. Angra 2, com potência maior (1.200 MW), já havia parado no ano passado para manutenção. "Neste sábado (17), à 0h, a Eletronuclear vai desconectar a usina nuclear Angra 1 do SIN para reabastecimento de combustível. Trata-se de uma parada programada, em comum acordo com o Operador Nacional do Sistema (ONS), com duração programada para 35 dias", antecipou a Eletronuclear ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Durante esse período, o ONS despachará a energia de outras usinas do sistema interligado de forma a garantir um abastecimento seguro de energia elétrica para o País, disse a subsidiária da Eletrobras. As paradas de reabastecimento ocorrem, aproximadamente, a cada 14 meses e são programadas com pelo menos um ano de antecedência, levando-se em consideração a duração do combustível nuclear e as necessidades do SIN. Nesta parada, além do reabastecimento de cerca de 1/3 do combustível nuclear, serão realizadas atividades de inspeção e manutenção periódicas e também instalações de diversas modificações de projeto, que precisam ser feitas com a usina desligada. "No total, 2.904 tarefas foram programadas para o período. Para executá-las, a empresa contratou firmas nacionais e internacionais, que estão disponibilizando aproximadamente 600 profissionais, sendo 30 estrangeiros, para atuar em conjunto com os técnicos da Eletronuclear", informou a estatal. Para a realização desta parada, uma série de medidas de mitigação da covid-19 foram tomadas pela Eletronuclear. Além da redução do escopo das atividades, foram realizadas diversas ações de comunicação, treinamento e conscientização do pessoal contratado e próprio, além de reforço das medidas de distanciamento social (refeições em horário escalonado, reuniões por meio de videoconferência, demarcação no piso de acesso, etc.). Todas essas ações foram compiladas em uma cartilha, que foi disponibilizada para os profissionais envolvidos na parada.

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Associação Beneficente Vó Flor pede doações para não fechar as portas

A pandemia do novo coronavírus gerou impactos negativos para as instituições filantrópicas que realizam trabalhos beneficentes em Salvador. Com a crise econômica provocada pela disseminação do coronavírus e a necessidade de isolamento social, a ajuda deixou de chegar para entidades que atendem grupos vulneráveis na capital baiana. Uma delas é a Associação Beneficente Vó Flor, no bairro da Ribeira, que cuida de crianças e ajuda idosos em situação de vulnerabilidade. A situação é considerada grave e a entidade corre risco de fechar as portas. A associação foi fundada em 1978 por dona Florenice Santos Gomes, a Vó Flor, hoje com 91 anos. Atualmente, olocal presta assistência a 35 crianças da comunidade e doa cestas básicas a idosos de baixa renda. A maioria dos pequenos é formada por filhos de trabalhadores informais do bairro. Eles permanecem durante todo o dia e recebemrefeições, estudam e brincam, sob os cuidados da reduzida equipe de voluntários. Devido àpandemia, algumas crianças ficam em casamas, ainda assim, são mantidas pela instituição. A renda do Vó Flor depende, principalmente, da doação de grupos filantrópicos, empresas e da aposentadoria da própria fundadora. No entanto, se no 'antigo normal' era difícil conseguir doações e amparar quem precisava", com a pandemia a situação piorou. Segundo a atual gestora da entidade, a professora Soraya Fonseca, é difícil atender às demandas com o pouco que chega. De acordo com Soraya, além de não ter dinheiro para quitar as contas de energia elétrica, água, aluguel e IPTU, faltam insumos para garantir a alimentação. "Se não encontrarmos ajuda financeira, vamos fechar. Uma pena, porque muitas crianças e idosas ficarão sem nada. O freezer está vazio e a fome é grande", afirma Soraya. Como ajudar Além da falta de dinheiro para o pagamento das contas, Soraya dizque, no momento, amaior necessidade é a doação de alimentos. Também falta álcool para realizar a higienização dos espaços e das mãos. "Qualquer quantia é bem-vinda", ressalta a gestora. As doações podem ser realizadas por meio da conta bancária da professora e também é possível tirar dúvidas com ela por meio do número (71) 98768-3974. *Sob supervisão da editora Thaís Seixas

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Campeão mundial dos 100m, Coleman tem pena reduzida, mas segue fora da Olimpíada

A suspensão por doping do velocista americano Christian Coleman, campeão mundial dos 100 metros em 2019, foi reduzida nesta sexta-feira a 18 meses pela Unidade de Integridade do Atletismo (AIU, na sigla em inglês) após uma apelação apresentada à Corte Arbitral do Esporte (CAS, na sigla em inglês), que divulgou a decisão em um comunicado oficial após um julgamento em Lausanne, na Suíça. Christian Coleman, de 25 anos, foi suspenso pela AIU por dois anos a partir de 14 de maio de 2020 por não cumprir três de suas obrigações de localização para exames antidoping em 2019. Agora o velocista só poderá voltar a competir em 14 de novembro de 2021, mas mesmo assim não terá como participar dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020, que serão de 23 de julho a 8 de agosto deste ano. No comunicado oficial, a CAS, instância máxima responsável pela Justiça Esportiva, explica que embora Christian Coleman tenha violado o artigo 2.4 do regulamento antidoping e apesar do fato de que deveria ter sido mais vigilante, seu grau de negligência "foi menos grave" do que o estabelecido a princípio. O painel da CAS considera que se o responsável pelo controle tivesse ligado para Christian Coleman ao chegar em sua casa, ele poderia retornar a tempo e poderia ter sido submetido ao teste antidoping, de acordo com o comunicado oficial do tribunal. Em sua defesa, Christian Coleman afirma que foi comprar presentes da Natal na data de dezembro de 2019 e que voltou para casa dentro da janela de uma hora determinada para o teste. Mas os agentes que foram à casa dele afirmam que ficaram todo o período na porta e que o atleta não apareceu. A defesa de Christian Coleman argumentou que ele poderia ter recebido um telefonema alertando para que voltasse rapidamente ao local e a CAS admitiu que isso poderia ter sido feito, apesar de não ser uma obrigação dos agentes. Campeão mundial dos 100 metros em Doha, no Catar, em 2019, com o tempo de 9s76, Christian Coleman era favorito ao ouro na prova mais rápida do atletismo. Em comunicado oficial divulgado pela assessoria de imprensa do velocista, ele lamenta a decisão e diz focar na próxima temporada. "Embora eu aprecie que os juízes tenham corretamente considerado que sou um atleta limpo, obviamente estou decepcionado por perder as Olimpíadas. Estou ansioso para representar os Estados Unidos nos Mundiais em 2022, especialmente no Mundial nos Estados Unidos, onde planejo defender meu título contra o novo campeão olímpico dos 100 metros", disse o velocista, referindo-se à competição em Eugene, no estado do Oregon.

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Dólar oscila, mas engata alta com ajuste ante peso mexicano

Após abrir a sessão desta sexta-feira, 16, com queda de 0,16%, a R$ 5,6190, guiada pelo exterior, o dólar à vista oscilou e voltou a subir, renovando máximas. O ajuste para cima reflete o fortalecimento do dólar ante peso mexicano mais cedo, redução da alta frente pares principais na esteira da desaceleração dos retornos dos Treasuries, além de pano de fundo de cautela fiscal e política local, segundo operador de câmbio. O persistente apetite por risco no exterior é embalado pelos dados de atividade fortes na China - PIB do 1º trimestre, vendas no varejo e produção industrial em março. Bolsas sobem, juros dos Treasuries desaceleraram altas de mais cedo e o dólar segue fraco ante divisas principais e emergentes e ligadas a commodities. A visão dos analistas é de que a retomada das economias americana e chinesa tende a beneficiar a recuperação de países emergentes e exportadores de commodities e de suas moedas frente o dólar. Mais cedo, o ajuste de baixa frente o real foi contido. Há ainda um pano de fundo de cautela em meio à indefinição do Orçamento de 2021 e com o novo tabuleiro eleitoral para 2022, após o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter se tornado elegível sob aval do Supremo Tribunal Federal (STF). Além disso, a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF) deu prazo de cinco dias para o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), se manifestar em processo que questiona a falta de prazo para decidir sobre os mais de cem pedidos de impeachment de Jair Bolsonaro acumulados na Mesa Diretora. E o ministro do STF Kassio Nunes Marques, rejeitou o mandado de segurança do senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) para obrigar o Senado a instaurar processo de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, também do Supremo. Essa ação foi movida por Kajuru após pressão de Bolsonaro durante telefonema entre os dois no domingo passado. Essas notícias representam derrotas para o presidente Jair Bolsonaro, que vem reforçando o tom de "combate" em seus últimos discursos. Bolsonaro disse ontem à noite em sua Live semanal: "Só digo uma coisa: só Deus me tira da cadeira presidencial e me tira, obviamente, tirando minha vida" e "vamos ver qual encaminhamento Lira vai dar a abertura de processo de impeachment". No fim da manhã de ontem, o mandatário reafirmou também: Forças Armadas não medirão esforços para garantir a liberdade do povo brasileiro". Às 9h47 desta sexta-feira, o dólar à vista subia 0,58%, a R$ 5,6610. O dólar futuro para maio ganhava 0,77%, a 5,6645.

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