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Dezembro de 2020: Conjunção histórica anuncia uma verdadeira mudança de era

Céu de dezembro - Phil Botha/Unsplash
Céu de dezembro Imagem: Phil Botha/Unsplash

Barbara Abramo

De Universa

01/12/2020 00h00

Chegamos ao último mês deste ano atípico, que termina sem quase nenhuma conclusão sobre a pandemia que parou a Terra. É, também, um mês que encerra um grande ciclo, iniciando outro bastante importante que promete mudanças de paradigmas, mentalidades e valores. Entramos em dezembro com Sol e Marte em trígono, um aspecto poderoso e favorável para ações destemidas e escolhas ousadas especialmente no campo da justiça e das relações exteriores. Na mesma semana, Vênus em sextil a Plutão e depois a Júpiter e Saturno sinaliza altos e baixos na economia, com restrições e perdas.

De impacto astral considerável, o eclipse solar do dia 14 sinaliza o declínio de lideranças e autoridades mundiais ligadas ao signo de Sagitário, especialmente do último decanato. Mais um sinal de que estamos encerrando um capítulo da história. Afinal, um eclipse é sempre um abalo, uma chance de reset mental, espiritual e energético. Nesse caso, Sol, Lua e Mercúrio se unem em Sagitário, em trígono (aspecto de energia e fluidez) com Marte em Áries. Será uma guinada de esperança, mas também de desconstrução de verdades intocáveis, tabus e crenças, inclusive religiosas. No Brasil, há possibilidade de movimento e decisões importantes nas Câmaras.

No dia 21 é quando ocorre a esperada conjunção entre Júpiter e Saturno em Aquário, iniciando um ciclo de 200 anos em que os astros irão se encontrar a cada 20 anos num signo de ar. Desde antigamente, a conjunção de ambos é considerada especial, marcadora de épocas e de tendências mundiais. Portanto, entramos numa fase em que o social dominará.

Aquário é um signo mental, social, desapaixonado e objetivo, ligado à tecnologia e aos avanços científicos. Traz consigo os três lemas da Revolução Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade. Portanto, com Saturno em solo aquariano, veremos manifestações dessa nova onda ao redor do mundo nos próximos anos. Júpiter, por sua vez, anuncia valores e padrões ligados à fraternidade e à liberdade religiosa. No entanto,
deveremos nos atentar com a tendência ao fanatismo nos próximos 20 anos.

A conjunção ainda ocorre no dia da mudança lunar para sua fase crescente, da entrada do Sol em Capricórnio e da chegada do verão. Tudo isso reveste de maior importância simbólica o momento. O mapa do céu para Brasília revela o impacto do acontecimento para o Brasil. Podemos esperar uma temporada de restrições, cuidados, avanços na comunicação social, boas novas na ciência e na tecnologia, além da renovação de padrões mentais. No entanto, problemas financeiros graves também são esperados.

O ano de 2020 termina com o Sol no ambicioso Capricórnio em trígono com Urano em Touro, intensificando a renovação de estruturas, a agricultura, as artes e os valores mais simples. Ouro, prata, cobre e metais devem aumentar de valor mais para o final do ano, sinal de que a tecnologia será usada em prol da agricultura em grande escala.

No dia 30, a Lua cheia em Câncer nos contrapõe ao distanciamento social, pedindo acolhimento, intimidade e o conforto dos mais próximos. Para completar, Vênus e Netuno enganam, distorcendo os perigos representados pelas aglomerações. O melhor será aproximar os corações e distanciar os corpos. Até porque, a pandemia não vai terminar até o final do ano.

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