PUBLICIDADE

Topo

Junho de 2020: O inverno começa sob influência crítica de eclipse

Céu de junho - Unsplash
Céu de junho Imagem: Unsplash

Barbara Abramo

De Universa

01/06/2020 00h00

Tensões astrais abrem o mês e, logo no dia 5, um eclipse lunar em Sagitário traz para o primeiro plano as relações internacionais que o Brasil estabelece. Transportes, comunicação em larga escala e negócios são o tema da primeira quinzena. O fenômeno aciona questionamentos sobre direções de vida e de conduta enquanto sociedade, além de temas éticos, religiosos e ligados à natureza. Este eclipse também representa a agudização de conflitos entre Governo Federal e os governos estaduais, colocando em cena profundas diferenças e desconfiança mútua.

A dança dos astros nos primeiros dez dias do mês denota choques de direção e de valores. Nada diferente dos meses passados, só que mais intenso e talvez mais apelativo. Pelo jeito, as crises não somente perduram, mas se tornam mais agudas, chamando atenção pelas consequências para a sociedade brasileira. No dia 13, a Lua minguante em Peixes traz suavidade, compaixão e aponta um florescimento das artes e de atitudes solidárias. Também podemos esperar boas notícias no campo da medicina, dos cuidados com a população e do governo.

No final da terceira semana, Mercúrio começa a retrogradar em Câncer, o signo do cuidado, da família, da população, das mulheres e das crianças. De muitas maneiras, preocupações e temas ligados a tudo isso estarão em alta até o dia 12 de julho, quando o planeta retoma seu movimento direto. Debates que pareciam superados voltarão ao primeiro plano durante o período.

Interessante notar que, a partir da terceira semana de junho, chegamos a cinco astros retrógrados: Plutão, Saturno, Júpiter, Vênus e Mercúrio. Ou seja, a pedida geral será repensar, rever, redimensionar e questionar novamente decisões ou iniciativas. O movimento mais importante será olhar para trás e aprimorar o caminho.

Ainda na segunda quinzena, Marte — o astro da vontade e da coragem — faz sintonia com Júpiter e Plutão, ambos em conjunção. Isso traz empenho ao coletivo, mudanças culturais e econômicas, com reflexos políticos e organizacionais nas empresas, países e cidades. Já no dia 21, um novo eclipse acontece, desta vez solar em Câncer. O inverno começa sob essa energia crítica, especialmente para países como Brasil e EUA, cujos mapas astrológicos serão sensibilizados pelo fenômeno.

No Brasil, o eclipse atua fragilizando os poderes executivos e federais. Será um dos momentos mais críticos de todo o primeiro semestre para o setor governamental. A perda de figuras populares poderá ser sentida pela população. Cuidados com mulheres e crianças entram em destaque com crises e revisões.

No dia 24, Netuno também começa a retrogradar, aumentando para seis o número de astros retrógrados. No entanto, no dia 25, Vênus retoma seu movimento direto em Gêmeos, agitando as oposições ao governo com novas alianças entre si. A partir de então, teremos Marte em Áries, anunciando, entre agosto e setembro, um clima ainda mais crítico, instável e agressivo entre instituições e população. Recursos naturais estarão em pauta.

A Lua crescente em Libra, no dia 28, traz chance de negociação e descoberta de interesses em comum, representando chances de pacificação com países estrangeiros. Para arrematar com um gesto feliz e de esperança, Sol e Urano encerram junho com sinais de inovação, avanços científicos e tecnológicos.

Horóscopo