Guerra: 'A dinâmica do Estrela da Casa reflete a realidade de um artista'
Bárbara Saryne, Yas Fiorelo e Márcio Guerra avaliaram no Central Splash as apresentações feitas no 3º Festival do Estrela da Casa (Globo). Para o trio, os competidores que voltaram ao palco, Unna X, Gael Vicci, Nick Cruz e Nicole Louise, tiveram desempenhos piores do que nas outras semanas.
Apesar de cantar bem e entregar uma boa performance, Bárbara aponta que sentiu falta de uma postura melhor de Unna X no palco. "Ela repetia os mesmo movimentos com o braço, gostei da voz, da música, mas achei que no palco deixou a desejar."
"O palco entrega tudo. Quando você não tem uma boa marca, como é o caso, você fica na repetição da marca que acha funciona", explica o produtor musical. Guerra compara a presença no tablado de Unna com a de Juliette, quando a ex-BBB começou a sua carreira musical.
A paraibana tinha como hábito sempre fazer o mesmo movimento com o braço esquerdo. "As pessoas falavam que eu estava cismado com o braço dela, mas não é isso. Você vê que a pessoa está repetindo a mesma marca o tempo todo porque ela não sabe o que fazer."
Se você fica preso o tempo todo em uma marca, as pessoas vão perceber e isso incomoda. Atrapalha a cena. Isso que a gente vê no programa, é o que acontece na vida real.
Guerra explica que os artistas consolidados hoje, também tiveram dificuldades como postura e desafinar quando começaram a cantar. Mas, com o tempo de ensaio, estudo e preparo conseguem melhorar o desempenho.
Porém, no Estrela, com ensaios de 30 minutos antes de uma apresentação, os participantes não conseguem estudar a fundo o que estão performando. "O que a gente está vendo no programa é exatamente o que acontece na vida real, pessoas que cantam bem, mas dependendo da música, não conseguem cantar bem, nem conseguem apresentar bem."
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