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Marcão evita falar de futuro no Fluminense e foca em vaga na Sul-Americana

Técnico Marcão, do Fluminense, à beira do gramado no Maracanã - Mailson Santana/Fluminense FC
Técnico Marcão, do Fluminense, à beira do gramado no Maracanã Imagem: Mailson Santana/Fluminense FC

Do UOL, no Rio de Janeiro (RJ)

05/12/2019 01h01

Com o Fluminense livre do rebaixamento no Campeonato Brasileiro, o técnico Marcão foca, agora, na conquista de uma vaga na Sul-Americana do ano que vem e garante ainda não pensar se vai permanecer à frente do time tricolor para a próxima temporada. Nesta noite, a equipe das Laranjeiras ficou no empate sem gols com o Fortaleza.

Marcão assumiu interinamente após a demissão de Oswaldo de Oliveira, mas, posteriormente, foi efetivado pela diretoria, encabeçada pelo presidente Mario Bittencourt, que venceu eleição realizada em em junho.

"Hoje, sou o treinador do Fluminense. Estamos em uma competição muito importante. Estávamos lutando contra outras equipes para sair da zona do rebaixamento, mas ainda temos um objetivo a conquistar. Vamos para São Paulo com muita força em busca da vaga na Sul-Americana. Depois que acabar tudo isso, sentamos com o presidente e vemos a melhor situação para todos nós. Desde que cheguei aqui, coloquei-me à disposição para ajudar o clube", disse, que completou:

"Ainda não conseguimos dormir direito depois que entramos nesse período desde que assumimos o clube. Vou ser bem sincero, ainda não consegui parar para analisar o que vai ser o Marcão na frente. Estou vivendo o momento, o dia a dia. No momento que chegamos, precisávamos da entrega de todos, durante 24h, e foi isso que aconteceu. Todos muito unidos em prol do Fluminense"

O comandante tricolor, que defendeu o Flu nos tempos de jogador e tem grande identificação com o clube, não escondeu a insatisfação com a campanha da equipe na competição.

Porém, ele recordou a troca de diretoria no meio do ano e salientou que ficou aliviado com a possibilidade de rebaixamento ter sido deixada para trás.

"O Fluminense é muito grande. Se eu disser que estou satisfeito por tudo que passamos, vou estar mentindo. Deveríamos brigar por coisas maiores, por Libertadores. É uma sensação de alívio e isso é importante. O clube passou por um ano difícil, troca de gestão no meio do ano, muitas dificuldades..."

Ele também comentou a atuação diante do Fortaleza, ressaltando a forte marcação que o adversário impôs.

"Proposta foi atacar, manter a posse de bola. O Fortaleza jogou em uma linha mais baixa [de marcação] e criou bastante dificuldade. Nossa equipe jogou em cima. Primeiro tempo foi mais amarrado. No segundo tempo, continuamos em cima, criamos algumas opções. Terminamos o jogo em cima do Fortaleza, perdendo chances de gols. Poderíamos ter saído com uma vitória", lembrou.

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