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Posse de Bola #78: Briga pelo Brasileiro, Libertadores e eleição corintiana

UOL Esporte

30/11/2020 10h48

O Campeonato Brasileiro conclui hoje a sua 23ª rodada com os jogos entre Vasco e Ceará e entre Fluminense e Red Bull Bragantino, e mesmo com times tendo jogos a menos, a classificação aponta uma disputa bastante equilibrada pelas primeiras posições, com a proximidade entre oito clubes. No podcast Posse de Bola #78, os jornalistas Arnaldo Ribeiro, Eduardo Tironi, Juca Kfouri e Mauro Cezar Pereira analisam a disputa dos primeiros colocados no Brasileirão e se a proximidade e entre Atlético-MG, São Paulo, Flamengo, Internacional, Palmeiras, Santos, Fluminense e Grêmio permanecerá nas próximas rodadas da competição. Saiba como assistir a grandes jogos do Brasileirão ao vivo com o EI Plus! Experimente agora com o UOL Esporte Clube! Juca Kfouri acredita que o Fluminense e o Santos não devem conseguir se manter na briga até o final do campeonato, vê o São Paulo jogando melhor, mas ainda considera que o Flamengo é o principal favorito e vai conseguir retomar o bom futebol sob o comando de Rogério Ceni. "Nem o tricolor mais tricolor acreditava que isso fosse possível a essa altura do campeonato, que o Fluminense estivesse brigando no G4. Mas eu não sei, acho que em um determinado momentos os limites aparecerão, porque o elenco curto, embora com uma garotada, com uma mescla interessante com veteranos", diz Juca. "Eu continuo na minha rodada de que o Flamengo é o grande favorito. Acho que o Flamengo está em vias de reembalar, e no que embalar, vai botar alguns corpos na frente. Mas quem tem jogado a meu ver o melhor futebol no momento é o São Paulo aos segundos tempos, porque Diniz é de uma coragem irracional, para quem o acusava pouco tempo atrás de ser de uma coerência que beirava a teimosia", completa. Mauro Cezar Pereira vê as trocas de técnicos nos clubes e os efeitos da pandemia no calendário do futebol brasileiro como motivos para o equilíbrio e uma pontuação inferior dos líderes do Brasileirão em relação ao ano passado. Mas ele não acredita que o equilíbrio se mantenha até o final da competição. "Você vê que loucura, quem não trocou de técnico foi o São Paulo e foi o Grêmio, o Palmeiras trocou, o Flamengo trocou, o Inter trocou, o Atlético-MG também não trocou no cam