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Didi adia estreia na NBA e continua na Austrália

Didi Louzada - Divulgação/Sydney Kings
Didi Louzada Imagem: Divulgação/Sydney Kings
Demétrio Vecchioli

Demétrio Vecchioli, jornalista nascido em São Roque (SP), é graduado e pós-graduado pela Faculdade Cásper Líbero. Começou na Rádio Gazeta, foi repórter na Agência Estado e no Estadão. Dedicado à cobertura de esportes olímpicos, escreveu para o UOL, para a revista Istoé 2016, foi colunista da Rádio Estadão e, antes do Olhar Olímpico, manteve o blog Olimpílulas. Neste espaço, olha para os protagonistas e os palcos do esporte olímpico. No Olhar Olímpico têm destaque tanto os grandes atletas quanto as grandes histórias. O olhar também está sobre os agentes públicos e os dirigentes esportivos, fiscalizados com lupa. Se você tem críticas, elogios e principalmente sugestões de pautas, escreva para demetrio.prado@gmail.com

29/09/2020 15h51

Considerado o principal nome da nova geração do basquete brasileiro, o ala Didi vai demorar mais um pouco para estrear na NBA. O jogador anunciou hoje (29) que renovou contrato para permanecer mais um ano no Sydney Kings, time que joga a liga da Austrália.

Revelado pelo Franca, Didi foi selecionado pelo Atlanta Hawks na 35ª posição do Draft de junho de 2019 e na sequência envolvido em negociação com o New Orleans Pelicans. Mas ele nem chegou a se juntar ao seu time na NBA, sendo, dias depois, enviado à Austrália com os planos de ganhar experiência internacional e ficar fluente no inglês.

O contrato incluía uma cláusula para que Didi pudesse voltar aos EUA se fosse esse o desejo do Pelicans, mas ele vai continuar na Austrália. "Estou voltando à Austrália feliz para mais um ano pelo Sydney Kings, uma equipe que me abraçou, me fez sentir em casa, onde os fãs são especiais, é o lugar ideal para eu seguir me desenvolvendo, mais bem adaptado, para evoluir o meu jogo. Espero que a gente faça um grande campeonato para voltar à final e disputar o título", comentou o ala, via assessoria de imprensa.

Durante a pandemia, Didi ficou a maior parte do tempo no Espírito Santo, mas também viajou aos Estados Unidos para treinar. "Nos EUA, os treinamentos foram muito bons, eu e meus agentes tomamos essa decisão pela importância de ter um trabalho de mais intensidade, de mais qualidade e de níveis mais altos de exigência. Foi fundamental para mim", continuou. Em sua primeira temporada na Austrália, Didi jogou em média 22 minutos e marcou em média 10 pontos por jogo.

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