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Médico chefe da Rio-2016 supera Covid e deixa UTI após um mês

João Grangeiro, médico da Rio-2016 - Rio2016/Alex Ferro
João Grangeiro, médico da Rio-2016 Imagem: Rio2016/Alex Ferro
Demétrio Vecchioli

Demétrio Vecchioli, jornalista nascido em São Roque (SP), é graduado e pós-graduado pela Faculdade Cásper Líbero. Começou na Rádio Gazeta, foi repórter na Agência Estado e no Estadão. Dedicado à cobertura de esportes olímpicos, escreveu para o UOL, para a revista Istoé 2016, foi colunista da Rádio Estadão e, antes do Olhar Olímpico, manteve o blog Olimpílulas. Neste espaço, olha para os protagonistas e os palcos do esporte olímpico. No Olhar Olímpico têm destaque tanto os grandes atletas quanto as grandes histórias. O olhar também está sobre os agentes públicos e os dirigentes esportivos, fiscalizados com lupa. Se você tem críticas, elogios e principalmente sugestões de pautas, escreva para demetrio.prado@gmail.com

18/05/2020 20h51

O ortopedista João Grangeiro, ex-atleta olímpico, deixou hoje (18) a Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Samaritano do Rio de Janeiro, depois de cerca de um mês internado com Covid-19. Depois de testar duas vezes negativo para o novo coronavírus, ele recebeu autorização para ser transferido para uma unidade de acompanhamento menos intenso, onde pôde receber a visita da família.

A informação foi confirmada ao Olhar Olímpico pelo também ex-jogador de vôlei Bernard Rajzman, que tem mantido contato diário com o médico Maurício Vaisman, que está acompanhando Grangeiro. De acordo com Vaisman, o paciente e amigo saiu da unidade de vigilância de Covid e foi para uma unidade de menor vigilância. Ele ainda está recebendo oxigênio, em menor nível do que na fase mais aguda, e precisa de reabilitação física para finalmente ir para casa.

Grangeiro é considerado um dos principais médicos de joelho do país e atualmente é diretor-geral no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia. Como jogador de vôlei, defendeu a seleção brasileira nos Jogos Olímpicos de Moscou, em 1980, e vestiu as camisas de Botafogo e Fluminense.

Durante anos, foi o médico chefe do Comitê Olímpico do Brasil (COB), tendo também atuado como chefe do Comitê Olímpico Internacional (COI) para os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, e da área médica dos Jogos Pan-Americanos de 2007, também no Rio de Janeiro. Recentemente trabalhou como médico da equipe de futebol do Botafogo.