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Botafogo tem "lista larga" por reforços, mas sofre para ter melhores opções

Ala de assentos da arquibancada do estádio Nilton Santos, o Engenhão, do Botafogo - Allan Carvalho/NurPhoto via Getty Images
Ala de assentos da arquibancada do estádio Nilton Santos, o Engenhão, do Botafogo Imagem: Allan Carvalho/NurPhoto via Getty Images

Alexandre Araújo e Bernardo Gentile

Do UOL, no Rio de Janeiro (RJ)

19/02/2021 04h00

Ainda em busca de um treinador para a próxima temporada, o Botafogo vai dando seguimento ao planejamento que já vinha sendo desenhado anteriormente às saídas do gerente Túlio Lustosa e do técnico Eduardo Barroca. O clube analisa no mercado da bola nomes que integravam uma relação de possíveis reforços, feita antes mesmo da concretização do rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro.

Segundo o UOL Esporte apurou, após a chegada de Eduardo Freeland para o cargo de diretor de futebol, e antes do duelo com o Sport, que decretou a queda, houve reuniões para definir diretrizes para 2021. Nelas, foi traçada o que foi chamado de "lista larga", na qual foram colocados diversos nomes para cada posição e, em cada uma, prioridades indicadas.

Como a mudança no elenco será grande, mesmo com as recentes alterações no departamento de futebol, parte do que foi imaginado segue em vigor. Neste embalo, inclusive, estão as conversas com o zagueiro Joel Carli. Os contatos iniciais foram feitos ainda com Tulio e Barroca no clube — com a intenção também de evitar uma dívida na Justiça após a rescisão de contrato por parte do clube — e foram mantidos. Há, até mesmo, a possibilidade de um retorno do jogador.

Também de acordo com a apuração, Wellington Paulista, atualmente no Fortaleza, era uma das preferências para reforçar o setor ofensivo, mas as tratativas esfriaram recentemente.

Por outro lado, há ainda certa cautela, uma vez que a diretoria quer conversar com o futuro treinador para que ele possa apontar qual estilo de jogo pretende adotar, posições que vê como mais carentes no elenco e indicar nomes.

Tulio Lustosa e Eduardo Barroca assumiram os cargos em outubro e novembro, respectivamente, e deram adeus no início deste mês, quando o destino do Botafogo no Brasileiro já estava selado.

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