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Pedido de anulação do jogo pelo São Paulo incomodou cúpula da CBF

Árbitro Jean Pierre Gonçalves Lima invalidou o gol do São Paulo contra o Atlético-MG por suposta posição de impedimento do atacante Luciano - Reprodução/SporTV
Árbitro Jean Pierre Gonçalves Lima invalidou o gol do São Paulo contra o Atlético-MG por suposta posição de impedimento do atacante Luciano Imagem: Reprodução/SporTV

Pedro Ivo Almeida e Thiago Fernandes

Do UOL, em São Paulo

24/10/2020 04h00

Classificação e Jogos

O pedido do São Paulo para a impugnação da partida contra o Atlético-MG, realizada no dia 3 de setembro, não caiu bem nos bastidores da Confederação Brasileira de Futebol. O UOL Esporte apurou que a postura do clube incomodou a cúpula da entidade que rege a modalidade no país.

Mesmo que o STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) tenha recusado a solicitação do Tricolor paulista, a CBF não gostou da estratégia adotada pelo Tricolor. Desta maneira, a entidade teria ficado exposta de maneira desnecessária e muito tempo depois de a partida ter sido realizada.

Uma semana antes de solicitar a impugnação, recusada por estar 40 dias fora do prazo previsto pelo CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva), a cúpula do São Paulo, representada pelo executivo de futebol, Raí, e pelo gerente do Tricolor, Alexandre Pássaro, esteve na sede da CBF para se reunir com o presidente da Comissão de Arbitragem, Leonardo Gaciba. Na ocasião, os são-paulinos demonstraram irritação com os erros cometidos contra a equipe, incluindo o lance do duelo com o Atlético-MG.

Em que pese a indignação do São Paulo, não houve qualquer pedido para anulação do jogo por causa do ocorrido. Os paulistas decidiram solicitar a impugnação após o empate com o Grêmio, que fez a mesma solicitação depois do compromisso com o time paulista, no último dia 17.

A irritação do Tricolor paulista com a arbitragem ocorreu por causa de um gol mal anulado de Luciano, mesmo com o uso do VAR. Na ocasião, a arbitragem anulou o lance em que o atacante estava em posição legal. A falha foi admitida por Leonardo Gaciba.

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