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Corinthians volta a descartar perdão a sócios inadimplentes antes de pleito

Sede do Corinthians no Parque São Jorge - Divulgação/Corinthians
Sede do Corinthians no Parque São Jorge Imagem: Divulgação/Corinthians

Diego Salgado

Do UOL, em São Paulo

14/07/2020 17h49

A comissão eleitoral do Corinthians voltou a descartar uma anistia a sócios inadimplentes antes da eleição presidencial marcada para o dia 28 de novembro. A prática veio à tona no último pleito alvinegro, no começo de 2018.

No parecer de hoje (14), a comissão eleitoral reiterou a regra estabelecida em 8 de junho deste ano. O documento foi assinado pelo presidente Andrés Sanchez e pelos presidentes do CORI, Conselho Deliberativo e da própria comissão eleitoral.

Ele também anuncia uma compensação a sócios adimplentes que pagaram as mensalidades regularmente durante a pandemia do novo coronavírus, mesmo com a sede social fechada. Duas mensalidades serão compensadas depois das eleições.

Num trecho do comunicado, no qual a reportagem do UOL Esporte teve acesso, os sócios que quiserem quitar suas dívidas por meio de cheque ou boletos devem pedir autorização à secretaria do clube. Entretanto, ele não poderá participar da assembleia geral, tampouco votar ou ser votado.

No comunicado de junho, o Corinthians impôs uma regra a fim de evitar uma prática registrada no fim de 2017, meses antes a eleição de fevereiro de 2018. Naquela ocasião, um dirigente admitiu pagar mensalidades atrasadas de sócios inadimplentes e que votassem no candidato que ele apoiava.

"Os associados que pretendem exercer seus direitos eleitorais, dentre outras disposições e requisitos constantes do Estatuto Social, deverão estar quites com suas obrigações estatutárias e financeiras até dois meses antes do pleito. Eventuais dívidas em atraso não poderão ser parceladas a partir de três meses antes do pleito", disse a comissão.

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