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Mãe de Douglas diz que filho iria bem no BBB, mas teme cancelamento

Mãe de Douglas Souza, Elizangela Salles - Reprodução/Instagram @elizangelasalles
Mãe de Douglas Souza, Elizangela Salles Imagem: Reprodução/Instagram @elizangelasalles

Colaboração para o UOL, em São Paulo

27/07/2021 12h11

Após Boninho lançar o convite para Douglas Souza, jogador da seleção de vôlei do Brasil que está nos Jogos Olímpicos de Tóquio, participar da próxima edição do BBB, a mãe do atleta, Elizângela Salles, comentou a possibilidade de o filho fazer parte do reality show, dizendo que tem medo do cancelamento, apesar de achar que ele se daria bem na atração.

"Meu Deus! [sobre o convite]. Tem um medo de tudo, do cancelamento, é meio complicado. Mas acho que ele se daria bem em um Big Brother. Acho que ele se daria bem, sim", declarou Elizângela em participação no Encontro, da TV Globo.

"Ele sempre foi engraçado, comunicativo. Nos vídeos dele jogando videogame, ele é assim o tempo todo, sempre muito espontâneo. É que ele tem pouco tempo de folga, mas quando está com os amigo, família, é assim o tempo todo. Só zoação. É a personalidade dele", continuou.

Sucesso nas redes sociais

Diante da explosão de Douglas Souza nas redes sociais, Elizângela admitiu surpresa. A mãe do jogador disse que ele sabia da importância destes Jogos Olímpicos para a carreira dele, mas afirmou que não era possível imaginar este tamanho de repercussão.

"Não esperava esse sucesso [nas redes sociais]. Ele me falou que essas seriam as Olimpíadas da vida dele, mas não imaginei toda essa repercussão. Não tem nem como imaginar", acrescentou Elizângela.

"Se acontece alguma coisa, como mãe, eu viro uma leoa para protegê-lo. Eu erro muito por causa de impulso na hora do nervoso. Mas ele sabe lidar muito bem com situações difíceis. Eu fico menos preocupada por isso", complementou.

Torcida de longe e rituais

Elizângela ainda disse que gostaria muito de ter ido a Tóquio torcer pelo filho nas Olimpíadas, mas concorda com as restrições para o público adotadas pela organização da competição. Ela ainda revelou quais são seus rituais para torcer pela seleção brasileira de vôlei.

"Sempre acendo uma vela para os anjos da guarda do Douglas e para a equipe toda e eu tenho meu cantinho no sofá, só eu sento ali", disse.

"Temos que acostumar [a torcer a distância] por conta da pandemia. Foi necessário fazer o que foi feito. Aceitamos numa boa, foi até melhor - gostaríamos de estar lá, seria incrível -, mas fazer o quê? Nesse momento não tem como. Foi o certo", finalizou.