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As razões do golpe contra Ednaldo Rodrigues

Ednaldo Rodrigues foi eleito em março de 2022, para um mandato de quatro anos na presidência da CBF.

Não durou dois meses para começarem pedidos de demissão de seus executivos. Samantha Longo deixou o cargo de diretora jurídica. Flávio Zveiter demitiu-se da vice-presidência.

Desde essa época, observa-se que Ednaldo Rodrigues é centralizador e inseguro. Isso se refletiu até mesmo no desmembramento de rodadas do Brasileirão. Também há observações sobre os custos da CBF, gastos exorbitantes, por exemplo, em segurança.

A pergunta é se estas questões podem levar a um golpe que, se diz, articula-se a partir dos zumbis do futebol brasileiro, Ricardo Teixeira e Marco Polo Del Nero.

Como se sabe, o Brasil já teve golpes bem amparados por argumentos jurídicos.

Este é mais um.

Ednaldo Rodrigues, neste momento, está deposto por falta de apoio e por seu estilo centralizador. Em outras palavras, foi deposto por incompetência. Não se depõe alguém sob este argumento.

Então, o Tribunal de Justiça alega que o Ministério Público não tinha competência para ajuizar o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) acordado em 2022. Mas agora?

Ednaldo já está em campanha para voltar ao cargo, recorrendo da decisão ou vencendo as novas eleições.

Opinião

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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