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Hospitais voltam atrás após proibição de acompanhantes para grávidas em NY

Acompanhantes não puderam ficar nem na sala de espera - Getty Images/iStockphoto
Acompanhantes não puderam ficar nem na sala de espera Imagem: Getty Images/iStockphoto

De Universa, em São Paulo

01/04/2020 15h50

As medidas de controle para evitar o aumento da epidemia de coronavírus estão cada vez restritivas em Nova York.

No dia 22 de março, a rede de hospitais presbiterianos da cidade proibiu que mulheres em trabalho de parto tivessem acompanhantes.

A medida, que logo foi seguida por outros hospitais da cidade, contraria as orientações da OMS, de que parturientes podem ter acompanhantes mesmo durante a pandemia.

Relatos de mulheres que trouxeram seus filhos ao mundo neste período dão conta de que os acompanhantes não puderam ficar sequer na sala de espera do hospital e foram escoltados por seguranças.

Na mesma semana, o governador de Nova York, Andrew Cuomo, exigiu que a proibição de acompanhantes para mulheres grávidas fosse encerrada.

A permissão para que maridos ou outros familiares acompanhem partos em meio a uma pandemia não é consenso. Mesmo que os bebês não façam parte do grupo de risco, médicos acreditam que o visitantes possam trazer o vírus para o hospital, contagiando outros pacientes e profissionais de saúde.

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