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Exame de Jones flagra substância proibida, mas lutador não deve ser punido

Jon Jones e Alexander Gustafsson se enfrentam na luta principal do UFC 232 - Josh Hedges/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images
Jon Jones e Alexander Gustafsson se enfrentam na luta principal do UFC 232 Imagem: Josh Hedges/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images

Ag. Fight

23/01/2019 22h20

Jon Jones voltou a ser notícia nesta quarta-feira (23). Assim como aconteceu em exames realizados em agosto e setembro, o americano viu um exame antidoping identificar em seu corpo quantidades mínimas da substância proibida turinabol, a mesma que lhe custou 15 meses de punição após flagra realizado em julho de 2017.

A informação foi divulgada pelo site "MMA Fighting", que em conversa com Andy Foster, diretor executivo da Comissão Atlética da California, se antecipou em registrar que o metabólico não faz parte de uma nova ingestão do atleta. O teste positivo, assim como os do meio de 2018, teria sido apenas um resquício do produto ingerido ainda em 2017.

"Eu conversei com os cientistas. Eles mantiveram o discurso original. Nada mudou. Nós já punimos o Jon Jones por esse metabólico, que é um metabólico de "longo-termo". Não tem como punir alguém duas vezes pela mesma penalidade", narrou Foster, se referindo aos 33 picogramas encontrados no novo exame.

Os exames foram conduzidos pela VADA (agência antidoping voluntária), que passou a testar o atleta no fim do ano passado após ele se comprometer a realizar os testes extras para, ao mostrar colaboração, receber sua licença e ser liberado a competir no estado californiano.

No fim do ano passado, Jones venceu o sueco Alexander Gustafsson e conquistou o cinturão peso-meio-pesado do UFC.

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