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Livre para viajar, Deiveson vai à "Ilha da Luta" para tirar Brasil da fila

Josh Hedges/Zuffa LLC via Getty Images
Imagem: Josh Hedges/Zuffa LLC via Getty Images

Brunno Carvalho

Do UOL, em São Paulo

13/07/2020 04h00

O Brasil esteve perto de perder sua última chance de sair da "Ilha da Luta" com um cinturão na bagagem. Deiveson Figueiredo viveu momentos tensos nos últimos três dias por causa dos testes de Covid-19. Na sexta-feira (10), um exame positivo colocou em xeque sua participação no duelo contra Joseph Benavidez, valendo o cinturão dos moscas.

Como já havia contraído Covid-19 em maio, Deiveson e sua equipe suspeitavam que poderia se tratar de um "falso positivo". Na manhã de ontem (12), o resultado do novo exame confirmou: o brasileiro não está mais com a doença e poderá viajar para Abu Dhabi.

A confirmação da participação de Deiveson ainda depende de outros testes de serão realizados em Abu Dhabi, mas mantém o Brasil com esperanças de reconquistar um cinturão entre os homens. No sábado (11), José Aldo teve a chance, mas acabou nocauteado por Petr Yan e ficou sem o título dos galos.

Inicialmente, haveria mais uma luta por cinturão envolvendo brasileiro. Mas Gilbert Durinho foi diagnosticado com Covid-19 e retirado do combate contra Kamaru Usman, no meio-médio. Em seu lugar, o UFC escalou Jorge Masvidal, que com pouco tempo de treinamento, perdeu por decisão unânime.

O Brasil vive a maior seca de títulos no masculino de sua história no UFC. O país não tem um campeão desde que José Aldo perdeu o cinturão dos penas para Max Holloway, em junho de 2017. No dia 18 de julho, a fila pode acabar com Deiveson Figueiredo.

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