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Liga dos Campeões - 2020/2021

Presidente da Uefa vê final em Portugal como 'ressurgimento da Europa'

Aleksander Ceferin, presidente da Uefa - Harold Cunningham - UEFA/UEFA via Getty Images
Aleksander Ceferin, presidente da Uefa Imagem: Harold Cunningham - UEFA/UEFA via Getty Images

Colaboração para o UOL, em São Paulo

13/05/2021 15h00

Classificação e Jogos

Aleksander Ceferin agradeceu o governo português por aceitar sediar a final da Liga dos Campeões no dia 29 de maio. Durante o pronunciamento oficial, o presidente da Uefa disse que acredita que a decisão pode ser um marco importante para a Europa.

"Espero que a final seja um símbolo de esperança no ressurgimento da Europa após um período difícil e que os adeptos que viajem para ver o jogo possam mais uma vez dar voz para mostrarem esta final como a melhor do futebol ao nível de clubes", disse ele.

Segundo o mandatário da entidade futebolística, a intenção não era privar os torcedores de poder acompanhar a decisão. Por isso, com a Turquia na 'lista vermelha' do governo britânico, foi necessário tomar uma atitude.

"Privar os adeptos da oportunidade de verem o jogo ao vivo não era uma opção e estou muito satisfeito por este compromisso ter sido alcançado", pontuou Ceferin, que completou:

"Mais uma vez recorremos aos nossos amigos em Portugal para ajudar tanto a UEFA como a Liga dos Campeões e estou, como sempre, muito grato à FPF e ao governo português por terem aceitado organizar o jogo tão rapidamente."

A 'nova' final

A Uefa, entidade responsável pelo futebol europeu, anunciou hoje que a final da Liga dos Campeões será disputada na cidade de Porto, em Portugal. A partida será entre os ingleses Chelsea e Manchester City.

Em comunicado, a Uefa informou que fez a mudança para facilitar as viagens de torcedores ingleses durante a pandemia do novo coronavírus. O jogo terá público reduzido, com capacidade máxima de seis mil pessoas.

Anteriormente, a partida estava marcada para acontecer em Istambul, na Turquia, mas temendo a inviabilidade de viagens para torcedores, a decisão foi levar o jogo para perto da Inglaterra.