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Dadá Maravilha diz que não haveria o 7 a 1 se ele estivesse em campo

Do UOL, em São Paulo

24/06/2020 04h00

O ex-centroavante Dario, o Dadá Maravilha, fez parte da seleção brasileira que conquistou a Copa do Mundo de 1970, o tricampeonato mundial que completou 50 anos no último fim de semana, e também fez sucesso atuando no Mineirão, justamente o local onde na semifinal da Copa de 2014 o Brasil sofreu a sua pior derrota, no 7 a 1 para a Alemanha.

Em entrevista ao programa Os Canalhas, com os jornalistas João Carlos Albuquerque e Rodrigo Viana, Dadá revela que chorou enquanto via o fatídico jogo entre Brasil e Alemanha e afirma que a história seria diferente se ele estivesse em campo, pelo menos em parte.

"Eu não vou fazer média de ninguém, mas eu chorei de raiva. Eu não contei, mas devo ter falado 1350 palavrões, xinguei, porque foi uma humilhação perder de 7", afirma Dadá Maravilha.

"E no Mineirão. Uma coisa eu tenho certeza, se eu jogasse, o Brasil poderia perder, mas iria perder de 7 a 5", completa o ex-jogador.

Em sua análise sobre a seleção brasileira atual, Dadá evita comparar a qualidade do futebol das diferentes gerações, mas vê falta de patriotismo no time hoje comandado pelo técnico Tite.

"O brasileiro sabe jogar futebol, agora, o problema é os brasileiros voltarem a ter aquele amor que nós tínhamos pela camisa, que nós vestíamos a camisa. Eu não quero dizer que a gente seja melhor do que os outros, que seja melhor do que o futebol de hoje, não quero entrar nesse mérito, mas patriotismo igual daquela seleção que eu joguei, jamais", conclui.

Os Canalhas: Quando e onde?

O programa Os Canalhas vai ao ar toda semana em duas edições semanais, na terça-feira, às 14h, e na quinta-feira, às 18h, em transmissão ao vivo, ou gravado, disponível na home do UOL ou nos perfis do UOL Esporte no Youtube e no Facebook e Twitter, com os jornalistas João Carlos Albuquerque e Rodrigo Viana entrevistando personalidades importantes do esporte brasileiro. Inscreva-se no canal Os Canalhas no Youtube para conferir mais de João Carlos Albuquerque e Rodrigo Viana.