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São Paulo encerra jejum de dois meses sem vencer fora de casa

redacao@gazetaesportiva.com (Redação)

01/07/2022 06h00

Classificação e Jogos

O São Paulo encerrou nesta quinta-feira um jejum de dois meses sem vencer fora de casa ao bater a Universidad Católica por 4 a 2, no estádio San Carlos de Apoquindo, em Santiago, no Chile, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa Sul-Americana.

Até então a última partida em que o Tricolor levou a melhor havia sido justamente pela Copa Sul-Americana, contra o Jorge Wilstermann, na Bolívia, pela fase de grupos da competição, no dia 28 de abril. Na ocasião, o time comandado por Rogério Ceni venceu por 3 a 1.

Desde então o São Paulo disputou seis jogos como visitante, contra Everton, do Chile, Fortaleza, Corinthians, Avai, Coritiba e Botafogo, somando cinco empates e uma derrota.

"Sempre jogamos da mesma maneira, em casa ou fora. Nem sempre conseguimos o mesmo resultado. Conseguimos mais vitórias em casa porque nossa torcida é muito presente e faz diferença, é o combustível do time", comentou o técnico Rogério Ceni.

O jogo desta quinta-feira tinha tudo para ser fácil. O São Paulo foi para o intervalo vencendo por 3 a 0, mas logo no primeiro minuto do segundo tempo sofreu um gol e pouco depois Igor Vinícius foi expulso. Mesmo com um a menos, os comandados de Rogério Ceni ainda balançaram as redes pela quarta vez. Entretanto, posteriormente, Rodrigo Nestor e Calleri também receberam cartão vermelho, complicando de vez a vida do Tricolor, que nos minutos finais teve de se segurar na defesa.

O São Paulo tentará repetir a dose no próximo domingo, quando visita o Atlético-GO pelo Campeonato Brasileiro. O elenco terá apenas um dia de preparação para o jogo e precisará lidar com o desgaste das viagens para o Chile e Goiânia.

"Sábado trabalhamos e viajamos para Goiânia para enfrentar o Atlético-GO, equipe muito forte fisicamente. Necessitamos de uma vitória pela pontuação, nas três últimas rodadas do Brasileiro fizemos um ponto. Então, temos que tratar de recuperar os jogadores, porque não há muito o que fazer", concluiu Ceni.

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