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Palmeiras: Garcia conta emoção dos pais antes de estreia e conselho de Abel

Gustavo Garcia, lateral direito do Palmeiras, durante o clássico contra o Corinthians - Cesar Greco
Gustavo Garcia, lateral direito do Palmeiras, durante o clássico contra o Corinthians Imagem: Cesar Greco

Do UOL, em São Paulo

04/03/2021 16h47

Gustavo Garcia, de 19 anos de idade, fez sua estreia pelos profissionais do Palmeiras no clássico de ontem (3), contra o Corinthians. O lateral direito, que entrou no segundo tempo do empate em 2 a 2, disse que seus pais comemoraram muito ao saber da convocação para o Dérbi.

"Um dia antes do jogo sempre sai a relação dos convocados e eu estava muito ansioso para saber se iria ou não. Quando ela saiu e eu vi meu nome, liguei para minha mãe em vídeo e dei a notícia para ela. Liguei para o meu pai para contar, mas ele não conseguiu atender por trabalhar como Uber e estar sempre dirigindo. Assim que consegui falar com ele, contei da lista e todos ficaram emocionados. É um momento único que jamais irei esquecer!", vibrou.

Campeão desde o sub-15 no Palmeiras, Garcia foi uma das novidades de Abel Ferreira no jogo, junto do meio-campista Fabinho e do atacante Giovani. Como os titulares foram poupados diante da final da Copa do Brasil no domingo (7), contra o Grêmio, o técnico aproveitou para lançar os garotos no jogo da Neo Química Arena.

"Antes de entrar no jogo, eu estava imaginando algumas situações que poderiam acontecer, como mudanças táticas e movimentações. Fiquei de olho no Abel e na comissão dele para ver se alguém olhava para mim (risos). Continuei aquecendo, até quando um dos seus auxiliares chamou: Garcia. Eu olhei para o lado e pensei: 'chegou o momento'. Tirei o colete, a máscara e fui ver o que ele teria para falar antes de entrar. O Abel falou assim: 'não faz nada a mais do que você sabe. Joga como você cantou o hino'", recordou.

"Eu senti um frio na barriga por ser um dos maiores clássicos do mundo. Mais pela estreia do que pelo adversário, talvez. Por mais que já tenha jogado na base, o profissional é outro clima, o ambiente é outro e o jogo exige mais. Quando entrei, coloquei em mente que os primeiros toques na bola seriam para pegar confiança, para sentir o jogo. Sabia que para as coisas darem certo eu teria que fazer primeiro o básico. Entrei muito concentrado no que devia fazer, onde deveria estar e, graças a Deus, deu tudo certo", completou.

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