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Tevez se despediu de Maradona com selinho em março e chegou cedo ao velório

Tevez dá um selinho em Maradona antes do duelo entre Boca Juniors x Gimnasia - Marcos Brindicci/Getty Images
Tevez dá um selinho em Maradona antes do duelo entre Boca Juniors x Gimnasia Imagem: Marcos Brindicci/Getty Images

Do UOL, em São Paulo

27/11/2020 10h12

Carlitos Tevez viu Maradona pessoalmente pela última vez em 7 de março de 2020, na vitória do Boca Juniors contra o Gimnasia y Esgrima, comandado pelo ex-camisa 10, em duelo do Campeonato Argentino. O último encontro teve um selinho entre os dois. O craque argentino morreu aos 60 anos na última quarta-feira.

Na ocasião, Maradona foi ovacionado em seu retorno à Bombonera e saiu de campo derrotado. Tevez fez o único gol do jogo na vitória do Boca por 1 a 0. O triunfo garantiu o título do Campeonato Argentino ao clube xeneize, já que o rival River Plate, que liderou boa parte da competição, só empatou com o Atlético Tucumán. Selinho e festa de Maradona mesmo como adversário.

Mais de oito meses depois do encontro, Tevez soube da morte do amigo quando estava em Porto Alegre, pronto para o jogo entre Boca e Inter, pelas oitavas da Libertadores. A partida acabou cancelada, a delegação argentina retornou para Buenos Aires, e Tevez foi uma das primeiras pessoas a chegar ao velório íntimo de Maradona.

Segundo o jornal Olé, o atacante entrou na Casa Rosada, sede do governo argentino, por volta da meia-noite de ontem (26), pouco depois do início do velório. Tevez chegou acompanhado de Ramón Ábila, outro jogador do Boca.

De acordo com o veículo argentino, a expressão de Tevez na chegada à Argentina mostrou o momento difícil pelo qual o atacante está passando. E não se trata apenas de Maradona.

"A dor de Tevez é imensa, como a de todos. Mas atinge Carlitos de uma forma muito especial neste momento particular que está passando: o próprio atacante de 36 anos divulgou há algumas semanas o mau estado de saúde de seu pai, que ainda está internado com um quadro muito complicado", escreveu o Olé.

"Seu rosto ao descer do avião do Brasil foi um exemplo claro. Para baixo, dolorido, com o coração partido. Não há nenhuma palavra que se encaixe agora", acrescentou o jornal.

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