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Ainda sem anúncio de reforços, Fluminense adota cautela no mercado

Do UOL, no Rio de Janeiro (RJ)

04/01/2020 04h00

A temporada de 2020, a primeira em que Mario Bittencourt começa à frente na gestão do Fluminense, mostra um clube diferente no mercado da bola. Até o momento, o único nome anunciado foi o do técnico Odair Hellmann e a diretoria vem buscando cautela, até por conta do delicado momento financeiro pelo qual o Tricolor passa.

Diante da realidade dos cofres, em um primeiro momento, se fez uma análise do elenco e buscou-se a formação de um grupo mais enxuto. Foram 11 despedidas até aqui, por fim de empréstimo ou não renovações de vínculo. Além disso, há a busca por negociações de jogadores que não fazem parte dos planos da atual comissão técnica.

Uma das prioridades ao término da temporada foi alinhar a questão salarial, uma vez que, no decorrer de 2019, os atrasos foram constantes. Isso é até usado como trunfo nesta janela.

Por outro lado, não houve uma corrida desenfreada em busca de novos nomes. A cúpula renovou com o lateral-direito Gilberto, que era da Fiorentina-ITA, e tem tudo encaminhado para manter o volante Yuri, do Santos. Além disso, o Tricolor comprou os direitos do zagueiro Nino junto ao Criciúma.

Em relação às novidades que podem pintar nas Laranjeiras, o atacante Caio Paulista (ex-Avaí), o meia Yago (ex-Goiás) e o centroavante Felippe Cardoso (ex-Santos) estão perto de um acerto. Eles vão integrar um setor que, inclusive, passou a ser o foco da cúpula, devido ao grande número de perdas entre as temporadas.

No primeiro semestre do ano passado, quando o presidente Pedro Abad ainda estava à frente do Fluminense, foram 17 contratações. A maioria deles, por empréstimo, também devido à crise financeira, mas, ainda assim, uma outra maneira de adotar a montagem do elenco.

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