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Mauro Cezar Pereira

OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Mauro Cezar: Vitória sobre o Inter mostra o melhor e o pior do Flamengo

Arrascaeta, que reapareceu, prepara jogada em duelo do Flamengo contra o Internacional - Pedro H. Tesch/AGIF
Arrascaeta, que reapareceu, prepara jogada em duelo do Flamengo contra o Internacional Imagem: Pedro H. Tesch/AGIF
Mauro Cezar Pereira

Mauro Cezar Pereira nasceu em Niterói (RJ) e é jornalista desde 1983, com passagens por vários veículos, como as Rádios Tupi e Sistema Globo. Escreveu em diários como O Globo, O Dia, Jornal dos Sports, Jornal do Brasil e Valor Econômico; além de Placar e Forbes, entre outras revistas. Na internet, foi editor da TV Terra (portal Terra), Portal AJato e do site do programa Auto Esporte, da TV Globo. Trabalhou nas áreas de economia e automóveis, entre outras, mas foi ao segmento de esportes que dedicou a maior parte da carreira. Lecionou em faculdades de Jornalismo e Rádio e TV. Colunista de O Estado de S. Paulo e da Gazeta do Povo, desde 2004 é comentarista dos canais ESPN.

20/11/2021 23h51

Começo avassalador do Flamengo em Porto Alegre, 1 a 0 com 4 minutos (Gabigol) e 2 a 0 aos 18 (Andreas Pereira). Dois gols seguidos de várias chances claras perdidas em contra-ataques oferecidos pelo Internacional. Assim foram os primeiros 45 minutos de partida no Beira-Rio. Mas com o Flamengo de Renato uma desvantagem de dois gols não significa jogo perdido para o adversário.

Então o time da casa se lançou à frente e o cotejo se transformou em movimentada pelada. Em campo via-se dois times sem a menor capacidade de se defender de forma organizada, atacando loucamente, concedendo chances e perdendo. Animado? Sim. Taticamente uma grande zona. Isso não é compatível com time "de R$ 200 milhões", certo Renato Gaúcho Portaluppi?

Se Abel Ferreira saiu do Castelão com a terceira derrota consecutiva na bagagem (Fortaleza 1 x 0 Palmeiras), deve ter ficado mais animado na parte final do primeiro tempo. Seu adversário no Uruguai é capaz de dominar o oponente, abrir vantagem superior a um gol rapidamente, mas com a mesma velocidade aceita um jogo franco, arriscado, desnecessário. Um "bagunçabol"

Mas o Inter não chegou ao empate e depois da correria maluca com 25 finalizações e oportunidades jogadas no lixo na etapa inicial, os times voltaram mais comedidos e desgastados, claro, após o intervalo. Não chegou a ser um Flamengo controlador da peleja, mas ainda assim soube levar o 2 a 1 até o apito final ante um adversário que perdia força.

Final, vitória rubro-negra por 2 a 1, quarta vitória seguida a uma semana da final da Copa Libertadores, em Montevidéu. O jogo mostrou o melhor e o pior do Flamengo.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL