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Mauro Cezar Pereira

OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Mauro Cezar: Crise financeira leva à crise técnica. Nem o Barcelona escapa

Piqué, pelo Barcelona, enfrentando o Cádiz - REUTERS
Piqué, pelo Barcelona, enfrentando o Cádiz Imagem: REUTERS
Mauro Cezar Pereira

Mauro Cezar Pereira nasceu em Niterói (RJ) e é jornalista desde 1983, com passagens por vários veículos, como as Rádios Tupi e Sistema Globo. Escreveu em diários como O Globo, O Dia, Jornal dos Sports, Jornal do Brasil e Valor Econômico; além de Placar e Forbes, entre outras revistas. Na internet, foi editor da TV Terra (portal Terra), Portal AJato e do site do programa Auto Esporte, da TV Globo. Trabalhou nas áreas de economia e automóveis, entre outras, mas foi ao segmento de esportes que dedicou a maior parte da carreira. Lecionou em faculdades de Jornalismo e Rádio e TV. Colunista de O Estado de S. Paulo e da Gazeta do Povo, desde 2004 é comentarista dos canais ESPN.

23/09/2021 21h00

O Barcelona não vence há três partidas. Seu único triunfo nos cinco últimos jogos foi sobre o Getafe, em casa, por 2 a 1. Nesta quinta-feira empatou sem gols em visita ao Cádiz. Três dias antes, ficou no 1 a 1 ante o Granada, jogando na Catalunha. Duas sofríveis atuações

Tal cotejo aconteceu menos de uma semana antes de o Bayern Munique fazer 3 a 0 sobre o Barça em pleno Camp Nou. É uma sequência terrível, que além da desastrosa estreia na Liga dos Campeões, deixa os blaugrana em sétimo na Liga espanhola.

O Barcelona tem nove pontos ganhos em cinco partidas, uma a menos em relação aos seis times que estão à sua frente. Mas mesmo que ganhasse, hoje, os pontos desse jogo em atraso, ficaria a quatro do líder, Real Madrid, invicto como o atual campeão, Atlético.

Há pouco mais de um mês, o presidente do Barcelona, Joan Laporta divulgou o tamanho da dívida bruta do clube: 1,35 bilhão de euros (R$ 8,407 bilhões). Já seu patrimônio líquido negativo é de 451 milhões (R$ 2,808 bilhões). Grande até para um dos maiores do futebol mundial.

A saída de Messi foi um dos reflexos da desastrosa gestão dos últimos anos. O Barça dominante e visto como exemplar ('Més que un Club') vive uma das maiores crises de sua história, e deixa claro que nem mesmo os gigantes do futebol são imunes às consequências das falhas na gestão e endividamento.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL