PUBLICIDADE
Topo

Mauro Cezar Pereira

OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Neymar jogou muito bem, mas hoje é coadjuvante do decisivo Kylian Mbappé

Kylian Mbappe e Neymar comemoram - Alexander Hassenstein/Getty Images
Kylian Mbappe e Neymar comemoram Imagem: Alexander Hassenstein/Getty Images
Mauro Cezar Pereira

Mauro Cezar Pereira nasceu em Niterói (RJ) e é jornalista desde 1983, com passagens por vários veículos, como as Rádios Tupi e Sistema Globo. Escreveu em diários como O Globo, O Dia, Jornal dos Sports, Jornal do Brasil e Valor Econômico; além de Placar e Forbes, entre outras revistas. Na internet, foi editor da TV Terra (portal Terra), Portal AJato e do site do programa Auto Esporte, da TV Globo. Trabalhou nas áreas de economia e automóveis, entre outras, mas foi ao segmento de esportes que dedicou a maior parte da carreira. Lecionou em faculdades de Jornalismo e Rádio e TV. Colunista de O Estado de S. Paulo e da Gazeta do Povo, desde 2004 é comentarista dos canais ESPN.

07/04/2021 17h54

Neymar foi bem, muito bem. Deu passes para os dois primeiros gols do PSG na vitória sobre o Bayern, em Munique, o segundo, para Marquinhos, sensacional. Mas, outra vez, o herói do time parisiense foi Kylian Mbappé, que abriu o placar em falha de Manuel Neuer e marcou o terceiro tento no pior momento de sua equipe na partida.

Os bávaros finalizaram mais (31 contra 6), tiveram mais a bola, mas o Paris Saint-Germain sustentou boa parte da pressão e foi implacável quando teve oportunidades. Em boa parte pela capacidade técnica de seus jogadores e pela fase estupenda do camisa 7. O Bayern teve domínio, bola, mais arremates, mas concedeu os espaços tão desejados pelo seu oponente.

Vale ressaltar que a função de Neymar é cada vez mais de armador e menos de atacante. Não, isso não significa que o craque brasileiro não participe da definição das jogadas, mas ele vem se tornar mais garçom. Um grande jogo de um PSG eficiente ao extremo contra um time alemão capaz de, mesmo desfalcado, criar enorme quantidade de chances.

Só que desta vez o Bayern não tinha Robert Lewandowski. Com tantas oportunidades, provavelmente o placar seria outro caso o goleador eleito o melhor do mundo em 2020 estivesse em campo, mas ele se lesionou a serviço da seleção polonesa. Sorte do PSG, que não o enfrentou e teve Neymar, recém-recuperado, e Mbappé, firme, forte e decisivo, como sempre.

Siga Mauro Cezar no Twitter

Siga Mauro Cezar no Instagram

Siga Mauro Cezar no Facebook

Inscreva-se no Canal Mauro Cezar no YouTube

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL