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F1 confirma cancelamento do GP da China, mas vai bater recorde em 2023

Hamilton, durante a vitória no GP da China de 2011 - Clive Mason/Getty Images
Hamilton, durante a vitória no GP da China de 2011 Imagem: Clive Mason/Getty Images

Colunista do UOL

17/01/2023 09h22

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A Fórmula 1 confirmou que o GP da China não será realizado nesta temporada e também não será substituído. Mesmo assim, o campeonato terá 23 corridas, um recorde na história da categoria.

O cancelamento do GP chinês já havia sido anunciado em dezembro passado. No entanto, com a reabertura do país, abriu-se a possibilidade de correr em Xangai pela primeira vez desde 2019.

Do lado dos chineses, havia a ideia de receber a Fórmula 1 como um dos primeiros grandes eventos internacionais do país na reabertura pós-pandemia. No entanto, do lado da categoria, eram pedidas garantias de que todos conseguiriam entrar e sair sem a chance de uma retomada das restrições atrapalhar o andamento do campeonato.

Paralelamente, a Fórmula 1 também procurava uma substituta para a data chinesa, que seria a quarta etapa do campeonato. Como a data é em meados de abril, quando ainda faz frio na Europa, o ideal seria correr mais ao sul do continente, e por isso Portimão, em Portugal, que recebeu a categoria duas vezes nos últimos anos, foi cogitada. Porém, a data de 16 de abril coincide com uma etapa do Mundial de Endurance, afastando essa possibilidade.

Com as datas bastante apertadas em um calendário inchado, restou à Fórmula 1 a decisão de contar com uma corrida a menos em 2023. Assim, o campeonato começa relativamente cedo, dia 5 de março, no Bahrein, e depois de duas semanas o "circo" vai à Arábia Saudita. A terceira corrida, o GP da Austrália, será dia 2 de abril, e a quarta etapa será apenas no final do mês, dia 30, no Azerbaijão.

A partir daí, começa uma maratona, com cinco corridas (Azerbaijão, Miami, Imola, Mônaco e Espanha) em seis finais de semana.