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REPORTAGEM

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Bernardinho é afastado com covid e comanda o Flamengo por chamada de vídeo

Bernardinho, técnico do Flamengo - Marcelo Cortes / Flamengo
Bernardinho, técnico do Flamengo Imagem: Marcelo Cortes / Flamengo
Demétrio Vecchioli

Demétrio Vecchioli, jornalista nascido em São Roque (SP), é graduado e pós-graduado pela Faculdade Cásper Líbero. Começou na Rádio Gazeta, foi repórter na Agência Estado e no Estadão. Dedicado à cobertura de esportes olímpicos, escreveu para o UOL, para a revista Istoé 2016, foi colunista da Rádio Estadão e, antes do Olhar Olímpico, manteve o blog Olimpílulas. Neste espaço, olha para os protagonistas e os palcos do esporte olímpico. No Olhar Olímpico têm destaque tanto os grandes atletas quanto as grandes histórias. O olhar também está sobre os agentes públicos e os dirigentes esportivos, fiscalizados com lupa. Se você tem críticas, elogios e principalmente sugestões de pautas, escreva para demetrio.prado@gmail.com

11/02/2021 21h34

O técnico Bernardinho está tendo que apelar para as chamadas de vídeo para comandar a equipe do Sesc-RJ/Flamengo na Superliga. Afastado com covid, o treinador está em casa enquanto o time dele, que luta pelas primeiras posições da tabela, se prepara para a reta final da competição.

Bernardinho teve resultado positivo para covid na quinta-feira da semana passada e, desde então, está isolado em casa. De acordo com o Sesc-RJ/Flamengo, ele tem apenas sintomas leves. Mesmo sem seu comandante, a equipe do Rio venceu o Brasília, na segunda, fora de casa, por 3 sets a 2. A partida era da primeira rodada do returno, mas foi adiada por causa de outros casos de coronavírus.

"Estou bem fisicamente, dentro do possível, com sintomas leves. Tenho me mantido perto da equipe nas reuniões online e assistindo aos treinos por vídeo", disse Bernardinho, via assessoria de imprensa. Mesmo afastado, ele tem acompanhado o elenco que treina na Gávea vira chamada de vídeo, como mostrou hoje o perfil da equipe no Twitter. Na ausência dele o time é treinado pelo assistente técnico Hélio Grinner.

O Flamengo enfrenta nesta sexta o arquirrival Osasco, que também não terá seu treinador na beira da quadra por causa da covid. Mas a situação de Luizomar de Moura é bem mais complicada. O clube só informou que ele estava afastado por covid, mas na verdade o treinador ficou 11 dias na UTI e só teve alta na terça-feira, conforme revelou o site Webvôlei.

A última informação divulgada pela assessoria de imprensa do Osasco sobre Luizomar data da última segunda-feira, quando o clube informou que o técnico estava "em franca recuperação" e que tinha expectativa de alta para "os próximos dias". No último levantamento feito pelo Olhar Olímpico junto à CBV, há três semanas, a Superliga Feminina já havia atingido 93 casos de covid.

A classificação da Superliga Feminina aponta o Itambé/Minas em primeiro, com apenas uma derrota em 16 jogos, seguido por Denti/Praia Clube, Osasco, Flamengo e Sesi/Bauru. Mas, do segundo ao quinto colocado, a diferença é mínina — todos venceram de 12 a 13 jogos. O São Paulo/Barueri de Zé Roberto Guimarães aparece isolado em sexto. Brasília e Curitiba, hoje, ficariam com as últimas duas vagas nos playoffs.