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Banco do Brasil não vai se opor a fim das quadras amarelas no vôlei

Drussyla, do Flamengo, tenta defesa na estreia da Superliga - Paula Reis/Flamengo
Drussyla, do Flamengo, tenta defesa na estreia da Superliga Imagem: Paula Reis/Flamengo
Demétrio Vecchioli

Demétrio Vecchioli, jornalista nascido em São Roque (SP), é graduado e pós-graduado pela Faculdade Cásper Líbero. Começou na Rádio Gazeta, foi repórter na Agência Estado e no Estadão. Dedicado à cobertura de esportes olímpicos, escreveu para o UOL, para a revista Istoé 2016, foi colunista da Rádio Estadão e, antes do Olhar Olímpico, manteve o blog Olimpílulas. Neste espaço, olha para os protagonistas e os palcos do esporte olímpico. No Olhar Olímpico têm destaque tanto os grandes atletas quanto as grandes histórias. O olhar também está sobre os agentes públicos e os dirigentes esportivos, fiscalizados com lupa. Se você tem críticas, elogios e principalmente sugestões de pautas, escreva para demetrio.prado@gmail.com

28/11/2020 11h07

Financiador da compra dos polêmicos pisos amarelos no vôlei, no mesmo tom da sua logomarca, o Banco do Brasil não vai se opor se os clubes e a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) decidirem abrir mão do produto, comprado por R$ 3,1 milhões em recursos incentivados pelo governo federal. Ontem, os times da Superliga Feminina escolheram que, a partir da próxima rodada, vão voltar a usar os pisos antigos, laranja, ao menos até que os pisos amarelos sejam melhorados. A competição masculina segue com a nova quadra pelo menos até o fim do ano.

A combinação entre amarelo dentro da quadra de jogo e azul fora era uma contrapartida ao patrocínio de R$ 3,1 milhões dado pelas empresas que compõe a BB Seguros, que tem os naming rights do torneio. Sem o piso, o banco ficaria sem a exposição. Mesmo assim, o BB disse, ao Olhar Olímpico, entender a medida.

"O Banco do Brasil entende que a segurança dos atletas é o principal fator a ser considerado em qualquer decisão sobre o tipo, a marca ou a cor do piso utilizado nas partidas da Superliga. O BB não participou da escolha do piso, ou da revisão de sua utilização, o que entende ser atribuição técnica específica da CBV e dos clubes que compõem a Superliga", disse o banco, em nota.

"A possibilidade de utilizar as cores da empresa no piso consta do projeto original de patrocínio oferecido ao BB, junto com outros espaços de exibição da marca, e nunca foi uma exigência do patrocinador. Diante da decisão da CBV e dos clubes, o Banco do Brasil já iniciou negociação com a CBV para definir novas propriedades que possam ser acrescidas ao contrato de patrocínio e que mantenham seu equilíbrio financeiro", completou o BB, lembrando que patrocina as seleções de vôlei há quase 30 anos, mas só agora patrocina o projeto de naming right da Superliga pela primeira vez.

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