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Land Rover antecipa lançamento e novo Defender chega no fim de julho

Jorge Moraes

Jornalista, Jorge Moraes trabalha com o segmento automotivo desde 1994. Presente nos principais salões internacionais, é editor do caderno de Carros no Diário de Pernambuco, diretor e apresentador do programa Auto Motor na Band, e âncora do programa CBN Motor na rádio CBN Recife.

Colunista do UOL

03/07/2020 16h16

A Land Rover do Brasil vai anunciar a antecipação da chegada e lançamento do novo Defender. Descobrimos de fato que a pressão do mercado em torno da marca e da importação do modelo funcionou e trouxe para perto o mais aventureiro veículo no segmento de alto luxo entre os SUVs. A legenda inglesa é ícone entre os 4X4 em todo mundo.

A princípio, a versão inicial do Defender será a 110 e desembarca no Brasil com o motor P300 2.0 turbo, capaz de entregar até 300 cavalos de potência e 400 Nm já a partir dos 1.500 rpm. A força do conjunto leva o jipão do 0 Km aos 100 Km/h em 8,1 segundos.

E quanto ao preço? Apostamos na faixa dos R$ 400 mil, como vem especulando a rede de concessionárias depois do treinamento técnico do veículo. Isso porque tenho que considerar o câmbio do dia.

Modelo topo da gama, o 110 First Edition, terá quatro pacotes de acessórios que vão mexer com a cabeça dos clientes customizadores. Explorer, Adventure, Country e Urban são os nomes, como antecipei aqui. O Defender feito na plataforma D7X, com opção das rodas de aço, é aquele modelo bem perto do que vamos considerar raiz, assegurando a pegada off-road e fora da caixa dos 4×4 de rua.

Por dentro, como já exibido nos últimos salões de Frankfurt e de Los Angeles, o luxo pede passagem e exibe um utilitário cheio de recursos, display digital, conforto e mimos da tecnologia como o terrain response, que modifica o jeito de andar no veículo, deixando o carro mais alto, ou tentando fazer dele um novo jipe radical.

Externamente, faróis em LED, teto panorâmico e uma estrutura de carroceria sem igual. O inglês é o grandalhão mais exótico da Inglaterra e, que em muito pouco, vai remeter ao carro, de outra geração, que saiu de linha em 2016 mas por quase 70 anos foi considerado eterno. Será que até hoje é visto dessa maneira?