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Término com ficante vira discussão no Twitter. Dói igual a fim de namoro?

Por que parar de se relacionar com alguém, como ficante, pode ser dolorido emocionalmente? - urbazon/Getty Images
Por que parar de se relacionar com alguém, como ficante, pode ser dolorido emocionalmente? Imagem: urbazon/Getty Images

De Universa, em São Paulo

08/05/2022 17h15

Status de relacionamentos que não são os "oficiais", como namoro, casamento e por aí vai, sempre geram debate nas redes sociais: afinal, quais são os limites no tratamento com ficante, por exemplo? Parar de se relacionar com alguém que não tem nada sério suscitou outra discussão no Twitter, neste domingo — a de que, no fundo, a mudança do estado civil é "solteira para solteira" e que se separar do par pode ser tão doído quanto um término de namoro.

Apesar do tom de brincadeira, muita gente usou a publicação para comentar sobre como é difícil definir e depois, desfazer, as relações casuais (você lembra da conversa que também circulou no Twitter sobre "ficante premium" e "ficante que não expira em 15 dias"?).

"O ruim de ser ficante é que todo dia é uma caixinha de surpresa: posso acordar solteiro ou posso acordar com uma mensagem de 'não quero mais' e ficar 'solteiro solteiro'", escreveu um usuário. Outra se lembrou do sentimento conturbado que é superar um rolo que não virou namoro. "Mais difícil do que os ex que viraram".

Terminar relação casual: "De solteira a solteira"

Em tempos de ghosting e outras táticas que "suspendem" a relação sem a outra parte estar ciente, os usuários no Twitter se questionaram o que é "terminar" com o ficante. Até porque, diferente do fim de um relacionamento sério em que o casal elabora junto, por vezes, o motivo da separação, parar de ficar nem sempre tem as regras claras para todos os envolvidos e, ao mesmo tempo, não tem o peso emocional que um relacionamento com compromisso pode ter.

Como superar

Deixar de sofrer ou sentir falta do parceiro ou parceira depois do fim de uma relação não tem receita, nem tempo certo. Em entrevista para Universa sobre qual período é necessário para lidar com isso, a especialista em análise de perfil e neurociência Stella Azulay explica que a intensidade da experiência afetiva também deve ser levada em conta depois que o par se afasta. Sem consenso, o tema depende da maturidade emocional e das emoções que estavam na mesa durante a relação.

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