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Damares sobre caso DJ Ivis: "Se precisar, atuarei pessoalmente"

Damares Alves se manifestou sobre caso DJ Ivis - Ministra Damares é a principal voz antiaborto do governo
Damares Alves se manifestou sobre caso DJ Ivis Imagem: Ministra Damares é a principal voz antiaborto do governo

De Universa

13/07/2021 09h28

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, se pronunciou sobre a denúncia de violência doméstica cometida por Iverson de Souza Araújo, o DJ Ivis, 29, contra a ex-mulher Pamella Holanda, 27. "Já deixo bem claro que, se precisar, vou atuar pessoalmente neste caso", escreveu Damares em sua conta no Instagram na noite de segunda-feira (12).

Segundo ela, a Secretaria Nacional de Políticas Públicas para Mulheres "já está atuando para garantir a vítima toda proteção e para que o agressor receba a pena que a lei impõe". A ministra ainda afirmou que confia na rede de proteção da mulher, na polícia e no Judiciário. "Acredito que a Justiça será feita", afirmou.

O caso veio à tona no domingo (11), quando Pamella divulgou as imagens em que Ivis aparece lhe dando socos e chutes em frente à filha do casal, de nove meses. Após o último episódio de agressão, em 2 de julho, ela procurou uma delegacia para prestar queixa mas, como estava desacompanhada e com medo do e-marido, também presente no local, decidiu ir embora.

No outro dia, registrou um boletim de ocorrência e conseguiu uma medida protetiva para ela e a filha de nove meses, impedindo que Ivis se aproxime ou contate qualquer uma das duas.

Ministério divulga nota de repúdio

A pasta comandada por Damares também publicou uma nota de repúdio à violência sofrida por Pamella. "As cenas fortes servem de alerta para toda a sociedade", diz a nota, que pede ainda que se evite a publicação de vídeos de "atos que tenham como objetivo desacreditar uma mulher". Em caso dúvida, deixe a Justiça agir. A cada momento que uma mulher tem sua imagem desconstruída publicamente para justificar um ato violento, outras tantas desistem de procurar ajuda e seguem rumo a uma morte violenta", escrevem.

"Pamella é a voz que ecoa hoje nos jornais, mas não nos esqueçamos das inúmeras Pamellas, Marias e Joanas que precisam de ajuda."

Por fim, informam que que, neste momento, a Secretaria Nacional de Políticas Públicas para Mulheres, comandada por Cristiane Britto, "está atuando junto aos órgãos competentes para reforçar as medidas que possam assegurar a integridade da Pamella e da sua filha, bem como a responsabilização do seu agressor".