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Justiça autoriza fotógrafo em maternidade após exceção para Giovanna Ewbank

Giovanna Ewbank e o filho Zyan - Reprodução/Instagram
Giovanna Ewbank e o filho Zyan Imagem: Reprodução/Instagram

De Universa, em São Paulo

17/07/2020 18h59

A Justiça do Rio de Janeiro determinou ontem que a maternidade Perinatal, no Rio de Janeiro, permita a entrada de uma fotógrafa na sala de parto de uma gestante.

A mulher fez o pedido depois que o hospital, que está restringindo o número de pessoas presentes no nascimento por conta da pandemia do novo coronavírus, abriu exceção para Giovanna Ewbank, que há uma semana deu à luz Zyan e teve o momento registrado por um profissional.

Segundo a revista Crescer, o juiz Otavio Barion Heckmaier entendeu que "a presença de apenas mais uma pessoa, ainda que de fato possa gerar maior risco de contaminação, por si só, não tem o condão de aumentar significativamente o número de pessoas na sala de parto". Heckmaier considerou, ainda, que o Rio de Janeiro está flexibilizando a quarentena em diversos setores.

A decisão, no entanto, só valeria se a fotógrafa usasse EPIs (equipamentos de proteção individual), fizesse testes prévios de temperatura, adotasse medidas de higiene e ficasse o menor tempo possível na sala de parto.

Em entrevista ao veículo, a fotógrafa Amanda Vargas, responsável pelos cliques, contou que o parto estava previsto para a próxima segunda-feira (20), mas foi antecipado para ontem, mesmo dia da decisão.

Ela, que trabalha apenas com registros de nascimentos há 5 anos, contou que ficou "completamente sem chão" diante da restrição.

"Quando veio essa restrição, eu me vi completamente sem chão, tendo todos os meus contratos cancelados. Sou mãe solo de duas meninas e vi minha fonte de renda indo a zero. Foi muito desesperador", afirma. "Porém, eu respeitei o posicionamento da Perinatal. Até que começaram a vazar as notícias de que flexibilizaram para alguns famosos. Achei muito injusto. Injusto comigo, como profissional, e injusto com todas as mães que sonharam em ter esse registro".

Universa procurou o grupo Perinatal, mas não teve resposta até a publicação do texto. O espaço segue aberto.

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