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Diógenes diz que era zagueiro antes de ir para o Santos e revela "pressão" de João Paulo

redacao@gazetaesportiva.com (Redação)

16/01/2022 15h35

Destaque do Santos na classificação para as oitavas de final da Copa São Paulo de Futebol Júnior, Diógenes revelou neste domingo que ele nem sempre atuou como goleiro. Ainda no início da sua trajetória no futebol, ele gostava de jogar como zagueiro, mas decidiu ir para o gol depois que um de seus companheiros faltou a um jogo.

"No começo não gostei muito (de ser goleiro), o campo era de terra, então se jogar era muito ruim. Eu tinha muita deficiência no um contra um, mas era bom de cabeça, sempre fui o mais alto. Aí teve a Copa Danone e faltou o goleiro. Fui e joguei de goleiro. Sempre tive muita coragem de me jogar na bola. Foi uma transição difícil porque eu não gostava muito, mas fui pegando o jeito e hoje sou apaixonado pela posição", disse à Santos TV.

O arqueiro de 21 anos chegou ao Peixe em 2020, depois de passar pelas categorias de base do Internacional. Sua primeira experiência em Copinha, aliás, foi justamente com a camisa colorada, mas como reserva.

"A primeira vez que eu disputei a Copinha foi de terceiro goleiro, pelo Inter, e já senti o clima. Sempre tive vontade de ser titular em alguma. Então, quando fiquei sabendo que os 2000 iriam poder jogar, eu pedi para descer para jogar. Vai agregar muito na minha carreira", comentou.

Titular absoluto da meta do Santos na atual edição do torneio, Diógenes brilhou na última sexta-feira ao defender um pênalti e ajudar o Alvinegro a passar pela Ferroviária. E o foco do jogador é levar o clube ao seu quarto título da competição. O último foi em 2014, quando João Paulo era o dono da posição.

"O João Paulo dispensa comentários. Um cara sensacional, que trabalha muito. Além de estar fazendo grandes jogos, ele treina muito forte. Ele ainda me botou uma pressão porque ele foi o último goleiro campeão da Copinha. É mais uma motivação. O John eu trabalhei pouco porque quando eu subi ele estava machucado, mas sempre está conversando comigo. O Jandrei e o Vladimir conversaram bastante comigo também quando estavam aqui", contou.

E para tentar melhorar ainda mais o seu desempenho dentro de campo, o Menino da Vila conta com a importante ajuda de Arzul, preparador de goleiro do Alvinegro Praiano há décadas.

"Eu já conhecia o trabalho do Azul desde o Inter. Sabia que ele iria agregar muito. Fiquei com um pouco de medo nos primeiros treinos, porque ele é um cara mais fechado. Mas foi muito bom. Ele agrega muito, conversa comigo, me manda mensagem após as partidas. Após as partidas do sub-23 ano passado, ele me chamava na sala dele para me mostrar alguns vídeos, para mostrar o que eu poderia melhorar", finalizou.

O Santos busca uma vaga nas quartas de final da Copa São Paulo neste domingo, às 19h30 (de Brasília), contra o Fluminense, na Fonte Luminosa, em Araraquara.

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