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Em bate-papo, Marcos oferece a camisa 12 do Palmeiras para Weverton

redacao@gazetaesportiva.com (Redação)

13/01/2021 10h26

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Após ser o destaque do Palmeiras no jogo de volta da semifinal da Copa Libertadores, o goleiro Weverton participou de uma live nas redes sociais do ídolo Marcos.

Ao longo do bate-papo, Marcos parabenizou Weverton pela atuação e aproveitou para perguntar se o atleta aceitaria vestir a camisa 12 do Palmeiras, que foi eternizada após sua aposentadoria.

"Imagina a honra para mim vestir a camisa que você vestiu. Mas cara, você foi monstro demais, dedicou sua vida toda a esse clube. Não foi só uma Libertadores. É muito justo o que fizeram com você, aposentar, ninguém tem mais direito de usar", explicou Weverton.

Marcos não escondeu que gostaria de ver o atual goleiro com a camisa 12, mas também destacou que seu número, 21, também pode entrar para a história do clube.

"Eu falei para você, a 12 não foi minha. A 12 foi do Serjão, foi do Cavalieri, de tanto goleiro bom aí, que eu penso o seguinte, vai ser sua escolha, porque se Deus quiser, e a gente for campeão da Libertadores, a sua 21 vai ficar eternizada também, concorda? Mas aí, se você pegar a 12 para jogar, vai dar sequência à história dela. A 12 no Palmeiras é legal demais. Eu vou entregar na sua mão, se você não quiser, você fala que não vai usar, mas fiz promessa. Está prometido isso aí", reforçou o Santo.

Weverton respondeu sem jeito que era uma responsabilidade grande e pouco depois precisou deixar a live, pois estava na sala do exame antidoping. O goleiro, que havia feito uma defesa importante no início da vitória por 3 a 0 na Argentina, foi o grande nome palmeirense no jogo da volta, e realizou dez defesas, como mostra o vídeo da Conmebol.

Marcos foi o melhor jogador da Libertadores de 1999 e também fez história contra o River Plate, na semifinal daquela edição. Desde que parou de jogar, o Verdão aposentou para goleiros a camisa 12, que ele vestiu por boa parte da carreira. Hoje, Mayke é quem usa a numeração.

Weverton também possui uma história com a 12, já que usava o número no Athletico-PR. Quando chegou ao Palmeiras, pediu a 21, que dizia ser a "12 ao contrário". Nesta temporada, até assumiu a 1, mas pediu para voltar ao número antigo nas competições nacionais — apenas na Libertadores, por conta de sua inscrição, o goleiro permanece com a 1.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.

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