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São Paulo tem acordo verbal para anunciar Hernán Crespo como seu treinador

Hernán Crespo, ex-centroavante e agora treinador, assumirá o São Paulo após deixar o Defensa y Justicia no mercado da bola - ALEJANDRO PAGNI / AFP
Hernán Crespo, ex-centroavante e agora treinador, assumirá o São Paulo após deixar o Defensa y Justicia no mercado da bola Imagem: ALEJANDRO PAGNI / AFP

Thiago Fernandes

Do UOL, em São Paulo

10/02/2021 17h25

O São Paulo tem um acordo verbal para contar com Hernán Crespo como seu novo treinador. O argentino já tem tudo acertado para assumir o clube em um contrato que deve ter duração de duas temporadas, até o fim de 2022.

Ele ainda contará com cinco auxiliares em sua comissão técnica — o assistente Juan Branda, os preparadores físicos Alejandro Kohan e Gustavo Satto, o preparador de goleiros Gustavo Nepote e o analista de desempenho Tobías Kohan.

O UOL Esporte conversou com uma fonte ligada às negociações que confirmou o acordo verbal. Crespo e os membros de sua comissão técnica já preparam a mudança para a capital paulista. O sexteto tem desembarque na cidade previsto para os próximos dias, mas deve iniciar o trabalho somente a partir da próxima temporada. Inicialmente, a ideia é que eles avaliem o grupo que terão à disposição no Morumbi.

Os seis membros da comissão técnica, incluindo Hernán Crespo, custarão ao todo cerca de R$ 1 milhão por mês aos cofres do São Paulo. Os integrantes da equipe firmarão contrato baseado no dólar americano, moeda normalmente usada em acordos internacionais. Não haverá variação cambial durante o contrato.

Em que pese o pagamento de um salário maior à futura comissão técnica, o São Paulo adota uma postura rígida em relação à proposta orçamentária feita em dezembro do ano passado e não pretende estourar os valores previstos por departamento financeiro e Conselho de Administração. A ideia é gastar cerca de R$ 115,2 milhões em salários, contratações e intermediações em 2021.

Hernán Crespo chega ao Tricolor paulista para substituir Fernando Diniz, demitido em 1º de fevereiro passado. O argentino deixou o Defensa y Justicia, de seu país, no último domingo (7), como campeão da Copa Sul-Americana. Ele já havia informado ao presidente de seu ex-clube, Jose Lemme, que o destino seria o Morumbi no mercado da bola.

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