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Milton Neves

OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

MN: Nenhum brasileiro tem capacidade de "partir para a trocação" com o Galo

Hulk já anotou 24 gols e persegue marca de Fred, que anotou 30 gols pelo Galo, em 2017 - Pedro Souza/Atlético-MG
Hulk já anotou 24 gols e persegue marca de Fred, que anotou 30 gols pelo Galo, em 2017 Imagem: Pedro Souza/Atlético-MG
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Milton Neves

Milton Neves é jornalista profissional diplomado, publicitário, empresário, apresentador esportivo de rádio e TV, pioneiro em site esportivo no Brasil, 1º âncora esportivo de mídia eletrônica do país, palestrante gratuito de Faculdades e Universidades, escrivão de polícia aposentado em classe especial, pecuarista, cafeicultor e é empresário também no ramo imobiliário.

22/10/2021 15h47

POR LUCAS REIS, DA REDAÇÃO DO PORTAL TERCEIRO TEMPO

Encarar o Atlético-MG hoje é das missões mais difíceis que as equipes encontram no futebol brasileiro.

Intenso, veloz, com variação e muito talento individual, o Galo é um rolo compressor cada vez mais forte.

E toda equipe que enfrentar o time de Cuca "de peito aberto" terá enormes chances de terminar a partida amassado.

Hoje, nenhuma equipe, absolutamente nenhuma, nem mesmo o poderoso Flamengo, tem capacidade de encarar o Atlético na base da "trocação franca".

Óbvio que o Galo não é um time imparável.

O Palmeiras mostrou isso nas semifinais da Libertadores.

Mas para neutralizar os mineiros, o time de Abel Ferreira fez exatamente o oposto da "trocação".

O Verdão deu a bola ao Galo, se fechou, picotou o jogo, marcou forte, jogou compacto e contra-atacou.

Ainda assim sofreu, mas conseguiu dois resultados que serviram para eliminar o adversário.

Partir para a "briga de rua" com o Galo é suicídio.

Aconteceu com o Fortaleza na noite da última quarta-feira (20), no Mineirão, no jogo de ida das semifinais da Copa do Brasil.

A equipe de Vojvoda arriscou, tentou jogar de igual para igual e com muita coragem.

Louvável, claro.

Mas não aguentou.

Quem quiser parar o Atlético (no Brasileirão parece que a conta está cada vez mais liquidada, mas ainda resta a Copa do Brasil) tem duas alternativas: ou se fecha num verdadeiro ferrolho, como fez o Palmeiras; ou tira a bola do Galo, e assume o protagonismo das ações na partida, com a responsabilidade de não cometer erros, que seriam fatais diante dessa equipe.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL