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Danilo Lavieri

REPORTAGEM

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Galiotte reforça condições para vender Dudu e dá data para eventual retorno

Dudu posa com o presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, após renovar até 2023 - Cesar Greco/Ag. Palmeiras/Divulgação
Dudu posa com o presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, após renovar até 2023 Imagem: Cesar Greco/Ag. Palmeiras/Divulgação
Danilo Lavieri

Danilo Lavieri começou a carreira em 2008 e trabalha com futebol desde 2010. Já cobriu Copa, Olimpíada, escreveu a biografia do goleiro Marcos (Nunca Fui Santo) e ganhou prêmio de furo do ano da Aceesp em 2019.

Colunista do UOL

13/05/2021 21h16Atualizada em 13/05/2021 21h43

A pouco mais de 48 horas para ver o prazo para a venda de Dudu se concretizar, Maurício Galiotte reforçou que não topará abrir negociação com o Al-Duhail.

Em entrevista ao blog, o presidente do Palmeiras disse que não há nenhuma hipótese de aceitar um valor menor do que o combinado em contrato. Conforme já mostrou esse espaço, esse total é de 6 milhões de euros (quase R$ 39 milhões) agora, além dos outros 7 milhões de euros que já foram pagos anteriormente.

O Al-Duhail tem até as 23h59 (de Brasília) do próximo sábado (15) para enviar um documento por e-mail para oficializar que vai exercer a cláusula para comprar 80% dos direitos econômicos do atleta.

"Se o Al Duhail não oficializar por escrito até o dia 15 de maio que vai exercer o direito de compra do jogador, Dudu volta a ser atleta do Palmeiras a partir de 01/07, quando termina o contrato de empréstimo dele", afirmou. "O Palmeiras não irá aceitar negociar ou parcelar o valor pré-estabelecido em contrato", reforçou.

Incomodado com a falta de notícias, Dudu viajou para os Estados Unidos para passar férias e, em breve, voltará ao Brasil para continuar seu período de descanso. Seu empréstimo com o time do Qatar vai até o último dia de junho, mas a equipe só volta a disputar uma partida oficial em setembro.

Apesar disso, ele terá a obrigação de continuar como atleta do Al-Duhail até a data estabelecida em contrato a não ser que haja a rescisão antecipada. Se não efetivar a compra, os árabes ainda terão de pagar 2,5 milhões de euros como multa.

O Alviverde ainda estuda a burocracia para tentar uma eventual inscrição do atleta mesmo fora da janela de transferências estabelecidas pela Fifa. Por conta da pandemia, a entidade tem sido mais maleável em situações específicas.