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Quem são os pré-candidatos a governador do Ceará em 2022

Adelita Monteiro (Psol), Capitão Wagner (União Brasil) e Serley Leal (UP), pré-candidatos ao Governo do Ceará - Reprodução/ Instagram
Adelita Monteiro (Psol), Capitão Wagner (União Brasil) e Serley Leal (UP), pré-candidatos ao Governo do Ceará Imagem: Reprodução/ Instagram

Gabriel Dias

Colaboração para o UOL

23/06/2022 04h00

A disputa pela vaga no Palácio da Abolição ainda não está muito bem definida para as Eleições 2022. Os candidatos ao governo do Ceará podem ser indicados pelas legendas até 5 de agosto, quando termina o prazo para a escolha dos representantes. O registro das candidaturas deve ser feito até 15 de agosto.

O governador Camilo Santana (PT), eleito em 2014 e 2018, renunciou ao cargo para concorrer ao Senado. Assumiu a função a vice-governadora Izolda Cela (PDT), primeira mulher a comandar o estado do Ceará.

Até o momento, apenas três partidos lançaram pré-candidatos ao governo do Ceará: o Psol, o União Brasil e o UP. Enquanto isso, o PDT do Ceará segue indefinido sobre quem irá liderar a chapa governista no pleito deste ano.

O partido - que tem longa tradição no Estado com a família Gomes, do presidenciável Ciro Gomes (PDT) - possui quatro postulantes à disputa: a atual governadora do estado Izolda Cela, o deputado estadual Evandro Leitão, atual presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, o deputado federal Mauro Filho e o ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio.

As Eleições 2022 acontecem apenas em 2 de outubro e, caso seja necessário um segundo turno, ele acontece no dia 30 do mesmo mês.

Pré-candidatos ao governo do Ceará (em ordem alfabética):

Adelita Monteiro (Psol)

Adelita Monteiro - Reprodução/ Youtube - Reprodução/ Youtube
Adelita Monteiro, pré-candidata a governadora do Ceará pelo Psol
Imagem: Reprodução/ Youtube

O Psol (Partido Socialismo e Liberdade) apresentou a pré-candidatura de Adelita Monteiro ao Governo do Ceará. A decisão foi tomada em fevereiro deste ano, durante reunião do diretório estadual da legenda.

Adelita iniciou sua atuação política aos 15 anos de idade nas pastorais de juventude. Ela é uma das fundadoras da legenda socialista no Estado, atual secretária-geral do Psol, além de comunicadora popular e artesã.

Segundo o Psol, a candidatura defenderá os temas relativos a mulheres, à negritude e LGBTQIA+, assim como políticas públicas voltadas para educação, saúde, meio ambiente, geração de emprego, moradia, inclusão digital.

Capitão Wagner (União Brasil)

Capitão Wagner - Cleia Viana/Câmara dos Deputados - Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Deputado federal Capitão Wagner (União Brasil-CE), pré-candidato ao governo do Ceará
Imagem: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Popularmente conhecido como Capitão Wagner, Wagner Sousa Gomes é o nome escolhido pelo União Brasil para a disputa ao governo do Ceará. Ele é o principal nome da direita na disputa pela vaga no Palácio da Abolição.

Wagner Sousa Gomes é capitão da Reserva da Polícia Militar do Estado do Ceará e, em 2011, começou sua carreira política ao liderar um motim das forças de segurança do estado por seis dias. Capitão Wagner ainda tentou por duas vezes ser eleito prefeito de Fortaleza.

Nas eleições de 2012, foi o vereador mais votado de Fortaleza e, em 2014, o deputado estadual mais votado do Ceará. Bacharel em Segurança Pública pela Academia de Polícia Militar de Fortaleza, atualmente ele é deputado federal pelo Ceará.

Serley Leal (UP)

Serley Leal - Reprodução/ Instagram - Reprodução/ Instagram
Serley Leal, da UP, pré-candidato ao Governo do Ceará
Imagem: Reprodução/ Instagram

Serley Leal é a aposta do UP (União Popular) para a disputa ao governo do Ceará nas Eleições 2022. Os representantes do partido aprovaram a indicação dele, que é fundador da sigla, em fevereiro deste ano.

O pré-candidato do UP é bancário concursado e Gestor em Finanças. Ajudou a construir, junto com moradores sem teto, o MLB (Movimento de Luta nos Bairros Vilas e Favelas), em 2004, com apoio às ocupações urbanas realizadas pelo movimento. Em 2020, foi vice-candidato à prefeitura de Fortaleza, na chapa com a professora Paula Colares.

Ingressou no movimento estudantil aos 19 anos, tornando-se um defensor da revolução socialista - condição que aponta como saída para o país. Em 2001, foi eleito para o DCE (Diretório Central dos Estudantes) da Universidade Federal do Ceará, também tendo participado do diretório estudantil na Uece.