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Estudo mostra que frenagem de emergência não funciona tão bem à noite

Carro para em teste de frenagem de emergência à noite - Reprodução
Carro para em teste de frenagem de emergência à noite Imagem: Reprodução

Do UOL, em São Paulo (SP)

09/02/2022 08h00

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Um estudo do Insurance Institute for Highway Safety (Instituto de Seguros para Segurança Rodoviária - IIHS) nos Estados Unidos mostrou que veículos com sistemas automáticos de frenagem de emergência com detecção de pedestres têm possibilidade de falhar em locais com pouca luz e alta velocidade.

De acordo com a organização, o estudo se focou em atropelamentos que ocorreram à noite e em locais pouco iluminados, e descobriu que os sistemas não faziam diferença. Outra circunstância onde não fazia diferença ter ou não o sistema era acima de 80 km/h, ou quando o veículo estava fazendo curvas.

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Apesar disso, o IIHS pontua que estes sistemas são bastante úteis em locais bem iluminados e no trânsito de grandes cidades, devido ao fato de terem reduzido a probabilidade de acidentes em 27% no geral e em 30% para acidentes com ferimentos.

"Este é o primeiro estudo do mundo real com o sistema frenagem automática de emergência para cobrir uma ampla gama de fabricantes, e prova que a tecnologia está eliminando colisões", disse Jessica Cicchino, vice-presidente de pesquisa do IIHS.

"Infelizmente, também mostra que esses sistemas são muito menos eficazes no escuro, onde ocorrem três quartos dos acidentes fatais com pedestres."

Assim, a organização está criando um teste noturno para estes sistemas visando a prevenção de colisões noturnas.

David Aylor, gerente de testes de segurança ativa do IIHS, disse: "o teste de luz do dia ajudou a impulsionar a adoção dessa tecnologia".

"Mas o objetivo de nossas classificações é sempre abordar o maior número possível de lesões e mortes no mundo real - e isso significa que precisamos testar esses sistemas à noite."

De acordo com o IIHS, os 6.205 pedestres mortos nos EUA em 2019 representaram quase um quinto de todas as mortes no trânsito. Nesse mesmo ano, cerca de 76.000 pedestres sofreram ferimentos não fatais.

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