Topo

Coluna

Adriana Miranda


Adriana Miranda

Precisamos nos preparar para chegar aos 100 anos com qualidade de vida

Arquivo pessoal
Imagem: Arquivo pessoal
Adriana Miranda

Aos 62 anos, ela é palestrante e entusiasta da vida saudável e das atividades físicas. Procuradora aposentada do estado de São Paulo, está sempre em busca de segredos para ter mais disciplina, foco e determinação, para manter a saúde física e um estilo de vida leve e positivo.

Colunista do VivaBem

22/10/2019 04h00

Fiquei muito feliz com a recente notícia que li, de que médicos italianos decidiram recalcular a idade a partir da qual uma pessoa é considerada idosa. Agora, na Itália, só é considerada idosa a pessoa a partir de 75 anos de idade.

Acredito e concordo que hoje em dia não se pode considerar idosa uma pessoa com 60 ou 65 anos, porque um indivíduo com essa idade hoje corresponde a uma pessoa de 40 ou 45 anos de algum tempo atrás.

Eu não consigo me considerar idosa aos 63 anos. Tenho muita energia, disposição e capacidade cognitiva perfeita. Não acho justo, por exemplo, ficar numa fila para idosos no banco ou no supermercado, nem estacionar meu carro em vagas para idosos.

Temos que cuidar da saúde física e mental desde cedo para chegarmos bem na melhor idade. O que importa de verdade é ter longevidade com qualidade de vida.

E, para tanto, temos que ter um estilo de vida saudável! Fazer uma alimentação saudável e equilibrada, praticar exercício físico, exercitar o raciocínio e a memória, por meio de atividades intelectuais e culturais. Devemos tentar trabalhar até quando puder e ter alguma atividade é de suma importância. E, nunca se esquecer do lazer, que é essencial para vivermos bem.

Dentre os benefícios de uma vida com atividades físicas regulares estão: a melhora da circulação, da memória, do coração, do pulmão; diminuição dos sintomas da depressão e da ansiedade; fortalecimento dos músculos, ossos e articulações; aumento da oxigenação do corpo e do cérebro; manutenção da flexibilidade, da coordenação e do equilíbrio; valorização do contato social; aumento da expectativa de vida, da sensação de autossuficiência e do bem-estar em geral; valorização do contato social, bem como do prazer pela vida.

De nada adiantaria chegar aos 100 anos de idade sem disposição, energia, independência, e com a mente funcionando mal. O que devemos buscar é viver até 100 anos ou mais, mas sempre com qualidade de vida!

*Adriana Miranda (@adrianammiranda) é palestrante e, aos 63 anos, entusiasta da vida saudável e das atividades físicas. Está sempre em busca de segredos para ter mais disciplina, foco e determinação, para manter a saúde física e um estilo de vida leve e positivo.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

Adriana Miranda