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Fernando de Noronha exige dose de reforço de turistas de 55 anos ou mais

Para a dose de reforço não há tempo mínimo de "espera" antes de poder viajar às ilhas de Fernando de Noronha (foto) - Getty Images
Para a dose de reforço não há tempo mínimo de "espera" antes de poder viajar às ilhas de Fernando de Noronha (foto) Imagem: Getty Images

De Nossa

18/01/2022 11h52

Após reforçar os protocolos de combate à variante ômicron com retomada do uso obrigatório de máscara e apresentação de exame negativo para a covid-19 para entrada nas ilhas, o arquipélago de Fernando de Noronha agora considerará turistas de 55 anos de idade ou mais totalmente vacinados apenas após a dose de reforço.

A mudança foi anunciada pela administração do arquipélago nesta segunda-feira (17) e começa a valer já nesta terça (18).

Além disso, o resultado negativo de um exame de antígeno realizado nas últimas 24 horas — e não apenas o PCR também negativo colhido nas últimas 48 horas — será aceito junto ao comprovante de vacinação para o desembarque na região.

Nós entramos em consonância com o protocolo que foi publicado pelo Estado de Pernambuco. E, pelo acompanhamento dos casos que tivemos aqui em Noronha, nós temos segurança para fazer essa alteração no protocolo, sem trazer maior risco para nossa população" Explicou o Superintendente de Saúde da ilha, Fernando Magalhães.

Viajantes entre 12 e 54 anos precisam comprovar a vacinação com duas doses — inclusive do imunizante da Janssen — sendo que a última deve ter sido aplicada pelo menos 14 dias antes da viagem. Já para a dose de reforço não há um prazo mínimo de "espera" para ser considerado totalmente vacinado antes de viajar.

Crianças de 7 a 11 anos não precisam apresentar comprovante de vacinação, apenas um dos exames exigidos. Já os menores de 6 anos estão dispensados de apresentar exames ou carteira vacinal.

Ainda segundo o novo protocolo, 30% dos passageiros de cada voo ou embarcação serão sorteados para realizar um novo exame na saída de Fernando de Noronha, que terá custos cobertos pelo governo do estado de Pernambuco.

O objetivo da medida é monitorar o avanço da doença na região e acompanhar as pessoas que tiveram contato com um viajante que teste positivo.