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Brasil iguala sete ouros da Rio-2016 e garante melhor campanha da história

07.08.2021 - Jogos Olímpicos Tóquio 2020 - Boxe Masculino. Peso médio (até 75kg). Na foto o atleta Hebert Conceição, medalhista de ouro. Foto: Wander Roberto/COB - Wander Roberto/COB/Wander Roberto/COB
07.08.2021 - Jogos Olímpicos Tóquio 2020 - Boxe Masculino. Peso médio (até 75kg). Na foto o atleta Hebert Conceição, medalhista de ouro. Foto: Wander Roberto/COB Imagem: Wander Roberto/COB/Wander Roberto/COB

Colaboração para o UOL, em São Paulo

07/08/2021 11h19

Depois de quebrar o recorde de número total de medalhas na sexta-feira (6), o Brasil estabeleceu uma nova marca histórica neste sábado (7). A um dia do fim dos Jogos de Tóquio, o país alcançou sua melhor campanha olímpica desde 1896.

A delegação chegou a 19 medalhas no penúltimo dia de competições no Japão, com sete ouros, quatro pratas e oito bronzes. No entanto, mais duas láureas já estão garantidas. Neste domingo (8), Beatriz Ferreira no boxe e a seleção feminina de vôlei disputarão as finais em suas respectivas modalidades, e serão no mínimo prata.

Desta forma, mesmo em caso de duas derrotas - isso se não subir no pódio em outros eventos deste domingo, como na maratona masculina -, o Brasil sairá de Tóquio na "pior" das hipóteses com 21 láureas, sendo sete ouros, seis pratas e oito bronzes.

Independentemente da cor das medalhas ainda restantes, a delegação nacional vai superar seu melhor desempenho olímpico da história, na Rio-2016. Há cinco anos, o Brasil ganhou sete ouros, seis pratas e seis bronzes.

Ou seja, o país não somente ultrapassou o recorde de 19 medalhas, como melhorou a qualidade das láureas obtidas.

Isso se reflete no quadro de medalhas. Nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o Brasil terminou na 14ª posição. Agora, em Tóquio, a delegação fechou o sábado em 12º lugar, com a chance de subir um pouco mais se faturar o ouro no boxe e no vôlei feminino.