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Jornalista se defende após fala sobre mortes no Jacarezinho e críticas de Lucas Moura e Neymar

09/05/2021 11h34


Uma polêmica frase dita pela jornalista Daniela Lima, nesta sexta-feira, repercutiu no mundo da bola. Após uma operação policial no Jacarezinho, na Zona Norte do Rio de Janeiro, que matou ao menos 28 pessoas, a apresentadora do programa "CNN 360" assume ter feito uma fala infeliz, que recebeu críticas dos jogadores Lucas Moura, do Tottenham, e Neymar, do PSG.

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Segundo alguns internautas, Daniela teria diminuído a morte dos agentes de segurança na operação policial. Em rede social, a hashtag "Segue Firme Dani" foi criada para, de acordo com alguns internautas, proteger Dani de "ataques bolsonaristas". A Polícia Civil havia realizado uma ação na região para cortar possíveis inicializações de jovens ao tráfico de drogas.

- Em nenhum momento quis minimizar a morte do policial. Rogo por um país em que a polícia não tenha que matar e muito menos que morrer. Que tenha condições de, com segurança, cumprir a lei. Prender quem deve ser preso - disse ela, que foi além na justificativa:

- O que tem que prender 21, deixa quase 30 mortos e prende seis, não pode ser considerada eficaz. Obviamente, estou questionando a tese de confronto, como também fez o STF. Eu, ao contrário de alguns, não queria ninguém morto - escreveu ela em seu Twitter, neste sábado.

ENTENDA A CONFUSÃO
?Neste sábado, o perfil no Instagram "Fui Clear" compartilhou o vídeo com a jornalista. Pouco depois, nos comentários, o jogador brasileiro Lucas Moura parecia não acreditar que a comunicadora tivesse comparado o número de mortes de policias e criminoso. O camisa 10 do Paris Saint-Germain também digitou na publicação. Ambos disseram que "parecia ser piada".

- Uma operação policial que chega em um lugar para prender 21 pessoas, prende seis e deixa 25 mortos, precisa ser olhada de perto. Conseguiu o feito macabro de ser a mais letal da história do Rio. Moradores do Jacarezinho, onde aconteceu essa ação desastrada, para dizer o mínimo, trágica, da polícia foram a um protesto. (...) Raquel, 25 mortos e um policial. O discurso da polícia e que estava todo mundo fortemente armado. Aparentemente, estavam muito armados, mas não sabia atirar. Eram 24 armados e mataram só um do outro lado, morreram todos esses - disse Daniela, nesta sexta, no programa "CNN 360".

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