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Presidente do PSG é absolvido em julgamento sobre crimes de corrupção

Nasser Al Khelaifi, presidente do Paris Saint-Germain (PSG) - Aurelien Meunier - PSG
Nasser Al Khelaifi, presidente do Paris Saint-Germain (PSG) Imagem: Aurelien Meunier - PSG

Do UOL, em São Paulo (SP)

24/06/2022 10h23

Na manhã dessa sexta-feira (24), o presidente do PSG, Nasser al-Khelaifi foi absolvido em segunda instância pela justiça suíça após ser acusado de crimes de corrupção pelos direitos de transmissão das Copas do Mundo de 2026 e 2030. Além de estar à frente do clube francês, o catari também comanda o beIN Media Group, emissora estatal televisiva que transmite esportes e entretenimento no Qatar.

Em 2020, Nasser al-Khelaifi foi acusado de concorrência desleal agravada pelo Ministério Público da Suíça, que pediu 28 meses de prisão ao dono do PSG. O empresário foi absolvido na primeira instância, mas um segundo julgamento aconteceu em março deste ano, com a justiça novamente determinando a sua inocência hoje.

"Nosso cliente é absolvido pela segunda vez neste caso. Esta é mais uma vitória muito importante contra o MPC (Ministério Público Federal da Suíça), obtida desta vez perante a instância máxima do TPF (Tribunal Penal Federal da Suíça)", disse o advogado do acusado.

Enquanto Nasser al-Khelaifi teve sua inocência decretada, um outro nome conhecido do mundo do futebol foi condenado. Jérôme Valcke, ex-secretário geral da FIFA, foi considerado culpado por falsificação nos títulos repetidos e corrupção passiva repetida. A sentença proferiu pena de 11 meses de prisão suspensa, além de multa. Os advogados de Valcke afirmaram que ainda vão contestar a pena.

O julgamento de ambos foi mais um vinculado ao que é conhecido como 'FIFAgate'. As operações de investigação quanto a casos de corrupção dentro da FIFA vêm sendo estreitadas basicamente desde 2015, quando 34 réus foram condenados, entre empresas e pessoas, após uma série de descobertas. Entre eles, aparece o ex-presidente da CBF, José Maria Marin.

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