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Hulk diz que jogar na China é difícil e cita Marinho: 'Foi reserva lá'

Hulk comemora gol do Atlético-MG na partida contra o Fluminense pelo Brasileirão - Fernando Moreno/AGIF
Hulk comemora gol do Atlético-MG na partida contra o Fluminense pelo Brasileirão Imagem: Fernando Moreno/AGIF

Colaboração para o UOL, em São Paulo

07/12/2021 09h49

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O atacante Hulk, do Atlético-MG, disse que jogar futebol na China é mais difícil que no Brasil. Para exemplificar seu ponto de vista, Hulk citou Marinho. Eleito 'Rei da América' da temporada 2020 após se destacar no Brasileirão e na campanha que levou o Santos ao vice-campeonato da Copa Libertadores da América, o jogador do time da Vila não conseguiu se firmar como titular no futebol asiático.

Na opinião de Hulk, a dificuldade na China é maior porque, na média, os jogadores têm menos qualidade. Assim, o jogador do Galo entende que é mais fácil atuar no Brasil, com colegas que facilitam o trabalho.

"Eu lembro que quando cheguei aqui, muita gente falou: 'Ah, veio da China'. Não é fácil jogar na China. Tem muito jogador. Eu até disse isso para o Cuca. O melhor jogador do Brasil ano passado foi o Marinho. Ele é craque. Mas não jogou na China. Ficava no banco, era difícil. O Oscar disse isso para mim quando chegou lá. Não é fácil. Tem que ser rápido. É complicado. Quando você joga com jogadores de qualidade é muito mais fácil. Na China é muito mais difícil. Aqui é mais fácil pela qualidade dos jogadores", disse Hulk em entrevista ao SportSCenter, da ESPN Brasil.

O atacante do Galo disse ainda que quando atuava fora do Brasil e via jornalistas analisarem seu jogo, chegava a se questionar se realmente estavam falando dele. Apesar de entender que os comentaristas estavam errados em falarem sobre algo que não acompanhavam, Hulk afirmou que tal situação não o deixava chateado.

"Eu via programas de TV do Brasil e as pessoas que falavam das minhas características e pensava: 'Poxa, será que estão falando do mesmo jogador?'. Mas eu entendo. Talvez não me acompanhassem nos campeonatos que eu disputei: o Português, o Russo, o Chinês. Então, eu relevava. As pessoas têm que acompanhar para falar em cima do que realmente é e não do que imaginam. Mas não foi nada que me deixou chateado", acrescentou o atacante atleticano.

"Voltando para o Brasil, jogando aqui, as pessoas acompanham mais. Não tem como perder. Se for puxar, meus números no Porto e no Zenit são bem melhores do que os que eu fiz esse ano no Atlético. Mas eu tinha 24, 26 anos. Já faz 10 anos. E eu nunca joguei essa quantidade de jogos", concluiu.

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