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Presidente do Cruzeiro detona CBF após gol anulado na série B: 'Absurdo'

Sérgio Santos Rodrigues sofre pressão da torcida, que agora quer impeachment do presidente - Gustavo Aleixo/Cruzeiro
Sérgio Santos Rodrigues sofre pressão da torcida, que agora quer impeachment do presidente Imagem: Gustavo Aleixo/Cruzeiro

Do UOL, em São Paulo

16/09/2021 21h58

Sérgio Santos Rodrigues, presidente do Cruzeiro, detonou a CBF após o gol anulado na partida contra o Operário hoje, jogo válido pela 24ª rodada da série B do Campeonato Brasileiro. Em seu perfil no Twitter, o mandatário do time mineiro classificou o ocorrido como um absurdo.

"Absurdo o que aconteceu hoje. É assim mesmo CBF que vocês querem impedir a gente se subir? A-B-S-U-R-D-O. Lance é inconclusivo, o mínimo que tinha que ser feito era manter o resultado de campo", disse ele nas redes sociais.

O jogo fica marcado, porém, pela grande confusão armada em campo, antes de o árbitro Rodrigo Dalonso decidir anular um gol da equipe estrelada, marcado por Marcelo Moreno no último minuto. A consulta ao VAR foi bastante demorada, abrindo caminho para muito bate-boca e gerando expulsões —incluindo técnico cruzeirense, Vanderlei Luxemburgo.

Esse foi o 12º empate do Cruzeiro na Série B. A equipe estrelada é a que mais empatou até agora na competição. O time agora está na 12ª posição, com 30 pontos —quatro a menos que o Operário, nono colocado.

O próximo compromisso da Raposa está marcado para o domingo (19), contra o Vasco, em São Januário. O Operário recebe a Ponte Preta apenas na quarta-feira (22), às 21h30, no estádio Germano Kruger.

Confusão aos 51 do segundo tempo

Durante o segundo tempo a maior confusão foi armada. O Cruzeiro chegou a marcar um gol aos 51 minutos, com Marcelo Moreno, após assistência do meia Marco Antônio. Porém, o árbitro anulou o lance mais de dez minutos depois com o auxílio do VAR. O que motivou uma enorme confusão no gramado da Arena do Jacaré.

Houve reclamação exaltada de membros da comissão técnica de ambas as equipes, com expulsões e a necessidade da entrada da polícia militar para escoltar o árbitro para fora do gramado. O segundo tempo durou mais de uma hora.

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