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Após empate, Lisca enaltece batalha do time, mas pede "erro zero" ao Vasco

Lisca, técnico do Vasco -  Joao Vitor Rezende Borba/AGIF
Lisca, técnico do Vasco Imagem: Joao Vitor Rezende Borba/AGIF

Do UOL, no Rio de Janeiro (RJ)

03/09/2021 22h35

Após o empate do Vasco com o Brasil de Pelotas, na noite de hoje (3), em São Januário, pela Série B do Campeonato Brasileiro, o técnico Lisca lamentou os erros individuais demonstrados, mas avaliou a luta para evitar a derrota como ponto positivo e ao qual a equipe deve se apegar para o restante das rodadas.

Com a igualdade no marcador, o Cruz-Maltino desperdiçou nova chance de encostar no G4. Na segunda-feira, o time da Colina vai encarar o Avaí, fora de casa.

"O panorama é o mesmo. Precisamos de nove a 10 vitórias. Precisávamos de dois a três empates. Hoje, tivemos um empate. Claro que a frustração vem pelo resultado, mas não pela luta dos jogadores, pela superioridade do Vasco, posse de bola. Passamos a noite inteira agredindo. Perdemos um pênalti, falhamos de novo no gol individualmente, coisas que temos de melhorar. Talvez seja a única maneira do Brasil fazer um gol em nós. Demos o gol para o Brasil. Eles não criaram a situação do gol. Erramos bastante e mais uma vez demos o gol para o adversário. Poderíamos ter saído com a vitória pelo que foi o jogo", disse.

"Os meninos que entraram, entraram bem. Poderíamos ter saído com a vitória, fica a frustração, mas segue a luta para segunda-feira, em Santa Catarina. Claro que não é o que queria, mas a frustração é pelo resultado e não pelo que o time apresentou. Temos de manter a cabeça no lugar e trabalhar as situações. Temos de ter erro zero nos próximos jogos, e os erros nos atrapalham demais", completou.

Questionado sobre os motivos de o Vasco não ter conseguido apresentar o mesmo desempenho que teve na vitória sobre a Ponte Preta, no último domingo, Lisca lembrou o posicionamento do Brasil de Pelotas.

"Acho que o time teve a mesma postura e mesma agressividade do jogo contra a Ponte. Claro que pegou um time muito mais fechado em relação à Ponte Preta. A Ponte ainda cedeu alguns espaços porque tinha ambições defensivas, e o Brasil ficou com o bloco baixo o tempo inteiro. A defesa do Brasil rebateu o tempo inteiro. Talvez, se a gente tivesse saído na frente e fazendo eles se abrirem mais, fosse diferente. Quando está 1 a 0 para o adversário, o poder de superação aumenta. Quando você tem a vantagem, isso não acontece. Contra a Ponte, saímos na frente e conseguimos mais espaços. Perdemos o pênalti e ainda entregamos o gol, isso fortaleceu demais a estratégia deles", salientou.

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