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Jorge Sampaoli ganha autonomia e tem pedidos atendidos no Atlético-MG

Jorge Sampaoli, treinador do Atlético-MG, ganha autonomia nos bastidores do clube - Bruno Cantini/Atlético-MG
Jorge Sampaoli, treinador do Atlético-MG, ganha autonomia nos bastidores do clube Imagem: Bruno Cantini/Atlético-MG

Thiago Fernandes

Do UOL, em Belo Horizonte

01/07/2020 04h00

O Atlético-MG tem atendido aos desejos de Jorge Sampaoli desde a sua chegada, no início de março. Os seis reforços contratados pelo clube no mercado da bola foram solicitações do treinador, que também teve autonomia para decidir saídas. A extinção do time de transição, criado na temporada passada, também é uma exigência do argentino.

As seis contratações realizadas pelo diretor de futebol Alexandre Mattos — os zagueiros Bueno e Júnior Alonso, os volantes Alan Franco e Léo Sena e os atacantes Marrony e Keno — foram pedidos do técnico. Todos os nomes estavam na lista de reforços entregue pelo estrangeiro à cúpula alvinegra.

Mesmo com as solicitações atendidas, Sampaoli ainda quer novos reforços. Ele deseja as contratações de goleiro, meio-campista e centroavante. O técnico insiste também na chegada do lateral direito Mariano, vinculado ao Galatasaray .

As saídas são tratadas com mais cautela. Depois da primeira lista de dispensas, que contava com nomes como Ricardo Oliveira e Franco Di Santo, o argentino evita deixar claro quem são os preteridos no plantel atual. No entanto, já prepara as saídas de nomes nos três setores — defesa, meio-campo e ataque. Apesar de toda a autonomia, consulta diariamente Alexandre Mattos para definir as situações.

Um nome não deve ficar. Juan Cazares já deixou claro, por meio de seu empresário, Jorge Marino, que pretende sair. Porém, nos bastidores da Cidade do Galo, sobretudo na comissão técnica de Sampaoli, há a ideia convergente. O equatoriano está praticamente descartado para a atual temporada.

Estas não são as únicas decisões de Sampaoli que ficaram evidentes após a sua mudança para a Cidade do Galo. O técnico solicitou a extinção do time de transição, com atletas até 23 anos. A intenção é fazer uma equipe de sparring, com jovens e veteranos menos utilizados, que possa disputar treinamentos com os titulares.

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