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Atlético-MG quer economizar R$ 70 milhões com demissões e cortes salariais

Sérgio Sette Câmara, presidente do Atlético-MG, planeja economia nos cofres do clube - Bruno Cantini/Divulgação/Atlético-MG
Sérgio Sette Câmara, presidente do Atlético-MG, planeja economia nos cofres do clube Imagem: Bruno Cantini/Divulgação/Atlético-MG

Do UOL, em Belo Horizonte

23/05/2020 04h00

O Atlético-MG cortou salários de membros da cúpula em até 50% e suspendeu o contrato de outros diretores. O presidente do Galo, Sérgio Sette Câmara, pretende economizar até R$ 70 milhões com as medidas tomadas nos bastidores.

O clube deseja rescindir vínculos empregatícios de até 50 funcionários, entre integrantes do departamento de futebol e colaboradores de outras áreas.

Em entrevista à Rádio Itatiaia, o mandatário revela que a ideia é conseguir uma economia de até R$ 70 milhões com os cortes realizados no quadro de funcionários.

"Os outros cortes que estão sendo feitos no clube são para reduzir despesas. Nosso objetivo é conseguir um corte de R$ 60 milhões a R$ 70 milhões", disse o dirigente.

Ele descarta ainda que as demissões ocorridas nos bastidores do Atlético tenham caráter político. Um dos demitidos foi o preparador físico Luis Otávio Kalil, parente de Alexandre Kalil, ex-presidente do clube e desafeto público do atual mandatário.

"Absolutamente, o critério foi muito simples. Preservamos funcionários que tinham salários menores e alguns elevados e até fora do mercado pela função que exerce. Não teve nenhum tipo de conotação política. São vários cortes para reduzir despesas. Nosso objetivo é conseguir nesse ano um corte de R$ 60 milhões a R$ 70 milhões", concluiu.

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