PUBLICIDADE
Topo

Futebol

Marco Aurélio Cunha sobre Michel Bastos: "Se quiser sair, vamos respeitar"

Marco Aurélio Cunha retornou como diretor-executivo ao São Paulo em momento de crise  - Luiza Oliveira/UOL
Marco Aurélio Cunha retornou como diretor-executivo ao São Paulo em momento de crise Imagem: Luiza Oliveira/UOL

Do UOL, em São Paulo

12/09/2016 22h12

Novo diretor-executivo do São Paulo, Marco Aurélio Cunha afirmou nesta segunda-feira (12) que deseja manter Michel Bastos no elenco Tricolor, mas respeitará a decisão do jogador caso ele resolva deixar o clube.

“Sobre o Michel, nós temos essa semana para conversar. Quero tê-lo no elenco, ele é um bom jogador, sei que o episódio da invasão da torcida foi horroroso, vexatório. Não é possível que o torcedor que gosta do clube queira criar uma imagem daquela, queria depredar o patrimônio físico ou moral do São Paulo. O Michel ficou chateado com toda razão, tem futebol para jogar no São Paulo, resta saber se quer continuar. Se quiser vamos tê-lo com muito prazer, se quiser sair, vamos respeitá-lo”, declarou Marco Aurélio Cunha no programa Jogando em Casa, do Esporte Interativo.

Nesta segunda, o UOL Esporte apurou que o São Paulo vê a reviravolta no caso Michel Bastos como improvável e estuda vender ou rescindir o contrato do jogador. O meia vive uma relação de altos e baixos com a torcida tricolor e, depois da invasão de torcedores organizados no CT da Barra Funda há duas semanas, a permanência de Michel Bastos no Morumbi se complicou. Ele não vive uma boa fase técnica e não entra em campo desde a invasão, no último dia 27. 

Em relação a sua volta ao São Paulo, Marco Aurélio Cunha disse que não poderia dar as costas para o clube num momento complicado.

“Eu não posso virar as costas para o São Paulo neste momento. Há um sentimento de dever. Eu vim na hora que está mais difícil para tentar conciliar as coisas, fazer um projeto a curto prazo, e depois devolver o São Paulo ao seu estágio anterior, como viveu mais ou menos entre 2005 e 2010. Eu vim por gostar do São Paulo, estava muito feliz na CBF. Para mim confortável era ficar lá”, explicou Cunha, que era diretor de futebol feminino na CBF. 

Futebol